A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Domingo, 24 de Junho de 2018

21/07/2009 20:59

Funai define grupos para estudo de demarcação em MS

Redação

O presidente da Funai (Fundação Nacional do Índio), Márcio Augusto Freitas de Meira, já nomeou os cinco grupos técnicos que vão realizar estudos complementares de natureza etno-histórica, antropológica e ambiental necessários à identificação e delimitação de terras tradicionalmente ocupadas pelos guarani em regiões de Mato Grosso do Sul.

As despesas com os grupos e seus deslocamentos correrão por conta do Programa de Proteção e Promoção dos Povos Indígenas, Ação Demarcação e Regularização de Terras Indígenas.

A portaria foi publicada nas páginas 25 e 26 do Diário Oficial da União dessa terça-feira. O primeiro grupo a ser citado é o da Bacia denominada Nhandeva-Pegua, nos municípios de Dourados, Iguatemi, Japorã, Sete Quedas, Coronel Sapucaia, Tacuru, Eldorado e Paranhos.

Sua coordenação ficará a cargo do antropólogo Paulo Sérgio Delgado, que terá a antropóloga Ruth Henrique da Silva como colaboradora. De acordo com a portaria, é função dos dois profissionais determinar o deslocamento do grupo à cidade de Campo Grande e as aldeias situadas nas cidades citadas.

A Funai concederá prazo de 33 dias para a permanência em campo do antropólogo-coordenador e 12 dias para a antropóloga-colaboradora, a partir dos respectivos deslocamentos.

Já o grupo formado pelo antropólogo Levi Marques Pereira (coordenador), da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados); ambientalista Mario Vito Comar (colaborador); historiador e colaborador Jorge Eremites de Oliveira, da UFGD e pela antropóloga colaboradora Maria Cândida Graciela Chamorro, também da UFGD, concentrará as atividades na região que compreende a Bacia Dourados-Amambaipegua, localizada nos municípios de Caarapó, Dourados, Fátima do Sul, Juti, Vicentina, Naviraí, Amambaí e Laguna Carapã.

Para esse grupo, a Funai concederá prazo de 15 dias para a permanência em campo de todos os componentes, exceto do antropólogo-coordenador que terá um tempo de 50 dias.

O grupo que analisará as terras da Bacia Apapegua, localizada nas cidades de Ponta Porã, Antonio João, Bela Vista, Caracol, Porto Murtinho, Bonito e Jardim é formado pela antropóloga coordenadora Mirtes Cristiane Borgonha, pela ecóloga e colaboradora Sylvia Marie Genevieve Bahri Carneiro e pelo assistente de pesquisa e colaborador Celso Shitochi Aoki. Enquanto Mirtes e Sylvia terão um tempo de 19 dias, Celso poderá cumprir a missão em 30 dias.

O quarto grupo, que concentrará suas atividades na Bacia Iguatemipegua, localizada nos municípios de Amambai, Coronel Sapucaia, Aral Moreira, Paranhos, Iguatemi, Tacuru e Dourados é composto por Alexandra Barbosa da Silva (antropóloga-coordenadora) e Pablo Antunha Barbosa (antropólogo-colaborador). A missão para este grupo deverá ser cumprida em 15 dias.

O último grupo, que fará estudos na Bacia Brilhante-Pegua, localizada nos municípios de Dourados, Douradina, Rio Brilhante e Maracaju é formado por Kátya Vietta (antropóloga e coordenadora) e Mário Vito Comar (ecólogo e colaborador). O prazo para Kátya é de dez dias e para Mário de um dia.

Apostadores de quatro estados são os mais novos milionários do país
Apostadores de quatro estados acertaram os seis números da sorte da Mega-Sena e são os mais novos milionários do Brasil. Os sortudos são de Salvador ...
MPE realiza processo seletivo para estagiários em 37 cidades neste domingo
O MPE (Ministério Público Estadual) aplica neste domingo (24) as provas do processo seletivo para estagiário em 37 cidades do Estado. As avaliações c...
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions