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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

30/12/2013 15:08

Funai demite 6 e suspende 5 por improbidade e desvio de recursos

Aliny Mary Dias e Edivaldo Bitencourt

Depois de encerrar processos administrativos que apuravam a conduta de 11 funcionários da Funai (Fundação Nacional do Índio) em Campo Grande, seis foram demitidos e outros cinco suspensos. Conforme a assessoria de imprensa do órgão, todos servidores atuavam há muitos anos na Funai.

As decisões foram publicadas no DOU (Diário Oficial da União) no dia 26 e assinadas pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Conforme as notificações, os servidores foram desligados e suspensos por irregularidades administrativas, entre elas o desvio de verbas públicas.

Os demitidos foram Jacinéia Martins, Jorge Antônio das Neves, Maria Terezinha da Silva Evangelista, Selma Jatobá Barbosa Ferreira, Wanderley Galeano Vicente e Antonio Bezerra da Silva.

Todos faziam parte do quadro da Funai de Campo Grande, mas alguns deles como Jorge Neves atuavam no interior do Estado.

Já os suspensos foram Cleusa Carmo da Silva, Edson Barroso de Vasconcelos, Olivar Brasil Moreira de Olveira, suspensos por 30 dias. Alenir Albuquerque e Osmar Vicente de Souza Coelho serão afastados dos cargos por 45 dias.

Dois artigos da Lei Federal nº 8112 foram levados em conta pela Funai durante a apuração da conduta dos profissionais. Um deles fala sobre os deveres do servidor, como levar para os cargos superiores qualquer ilegalidade encontrada no órgão e cumprir as ordens superiores.

Apuração - No dia 29 de setembro deste ano, o Campo Grande News publicou que a Funai investigava o desvio de combustível na administração do órgão em Campo Grande. Na ocasião, o prejuízo aos cofres públicos foi de aproximadamente R$ 500 mil. A irregularidade ocorreu com a utilização do cartão corporativo. A assessoria não informou se as demissões e suspensões estão ligadas a esta denúncia. 

No mês passado, o corregedor nacional, Francisco Arruda, vei ao Estado apurar as irregularidades, mas não detalhou as investigações. 

Segundo a assessoria da Funai, as decisões não cabem recurso. A reportagem tentou entrar em contato com um dos demitidos, Jorge Neves, mas as ligações não foram atendidas até o fechamento da matéria.



Lamentável esse "desmantelamento" da combalida Funai em nosso estado, corroborado nesse mau comportamento dos próprios funcionário que não souberam honrar um trabalho até então considerado nobre.
 
Carlos Lamarca em 30/12/2013 22:45:53
Completando, o comentário anterior, Quem não compactuou com o Ex presidente , tem nos dias de hoje recebido punições absurdas e o pior disso tudo, os policiais rodoviários não dão direito aos indiciados de ampla defesa, Não seria o caso de rever tudo isso sem expor os nomes de servidores, Será que houve honestidades pelos membros destas comissões.
Porque estão a frente destas comissões policiais rodoviários e não servidores da própria FUNAI? Tem alguma cousa errada nisso tudo. Com a saída do ex presidente e da ex- corregedora, as sementes plantadas por eles ainda continuam, é só verificar com cuidado os relatórios das comissões e os interrogatórios e vão verificar quantas falhas, nos processos..
Gente são vidas humanas que estão em jogo. e que merecem respeito.
 
Eraldo de Vasconcelos Leite em 30/12/2013 19:10:30
E o desmonte realizado na FUNAI equipe de mal feitores o que merecem, Sr. Ministro seria bom investigar estes policiais rodoviários que encontram-se na corregedoria da FUNAI. Gente será que houve isso mesmo? Quantos inocentes estão sendo punidos injustamente, Agora cabe recursos sim é o que todos devem fazer para mostrar na justiça quem realmente são os responsáveis . Será que nas investigações houve direito de ampla defesa ? Porque em Recife não houve. Quem esta presidindo as comissões investigativas dentro da corregedoria? em Recife, fomos inocentados pela Justiça federal , TCU E AGU e o MPF , mesmo assim , O ex presidente junto com a ex corregedora mandou abrir vários PADs para condenar servidores contrario ao Decreto 7056 ,
 
Eraldo de Vasconcelos Leite em 30/12/2013 18:58:24
Nada a ver c desvio de combustíveis e prejuízos de 500 mil reais. São processos aberto em 2010 e 2011 e a vinda do corregedor Arruda foi dar abertura ao processo em andamento no uso ilegal do cartão corporativo e que pode envolver servidores que agora foram suspensos. Infelizmente parte desses servidores demitidos usaram da boa fé e tão somente agiram com a intenção de dar apoio emergenciais as comunidades indígenas. Caso do servidor de carreira Jorge Antônio das Neves, articulador e indigenista especialista na problemática fundiária indígena com grandes méritos em todo MS e que não mede esforços e nem tem hora para atuar na defesa dos direitos indígenas. Deixa exemplos que poucos ou quase nenhum servidor vai seguir. Certamente com os recursos impetrado, a injustiça será corrigida!
 
samuel gomes-campo grande em 30/12/2013 18:35:59
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