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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

05/02/2009 18:15

Ibama faz reunião na Capital para impedir seca do Urucum

Redação

Técnicos da área de licenciamento do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) de Brasília e Mato Grosso do Sul se reuniram hoje na sede do órgão em Campo Grande para discutir entre outros assuntos o córrego Urucum em Corumbá, que corre o risco de secar e desaparecer.

A constatação foi feita por técnicos do instituto que ainda reforçam riscos de contaminação de outras fontes de água em Corumbá, causados por impactos da mineração e de outras intervenções industriais e agropecuárias.

Os técnicos se propuseram a realizar um novo estudo desses problemas ambientais e o termo de referência que sairá desta reunião vai indicar as novas diretrizes para ações futuras do Ibama na região onde está localizado o maciço de Urucum e outras jazidas de minério de ferro de interesse comercial.

A preocupação ambiental vem desde a época em que a Mineração Urucum, uma das empresas que opera no Maciço, em cuja área está localizado o córrego Urucum, foi multada por descumprir medidas estabalecidas para a licença de operação da empresa ser registrada no Ibama.

Depois que a multa foi aplicada a empresa assinou um TAC (Termo de Ajustamento e Conduta) com o Ibama, o MPE (Ministério Público Estadual) e o Departamento Nacional de Produção Mineral. A maior parte das medidas contidas no TAC foi adotada pela mineradora, mas o risco de desaparecimento do córrego Urucum permanece.

Paleativos - Para sanar o problema, a Mineradora se propôs a bombear água de volta para o córrego, além de implantar um sistema completo de coleta e distribuição de água ao longo de suas margens para atender a população ribeirinha que reside no local, e a recomposição de mata ciliar às margens do Urucum.

Mesmo com essa medida, o risco ambiental continua e por isso o Ibama decidiu ampliar os estudos da área e fazer um programa abrangente, que inclua os cuidados com todos os recursos hídricos do município.

Técnicos do Imasul (Instituto do Meio Ambiente do Mato Grosso do Sul), do Departamento Nacional de Produção Mineral, do MMA (Ministério do Meio Ambiente) e da ANA (Agência Nacional de Águas) participaram da reunião.

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