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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

05/06/2013 08:45

Incra fecha portas em Campo Grande com medo de protesto de índios e MST

Paula Maciulevicius
Os 400 manifestantes que já estão em Campo Grande começaram a caminhada na segunda-feira, partindo do distrito de Anhanduí. (Foto: Pedro Peralta)Os 400 manifestantes que já estão em Campo Grande começaram a caminhada na segunda-feira, partindo do distrito de Anhanduí. (Foto: Pedro Peralta)
Sede do Incra com reforço da PM na manhã de hoje.Sede do Incra com reforço da PM na manhã de hoje.

O Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) fechou as portas na manhã desta quarta-feira temendo algum protesto com a chegada em Campo Grande de 400 manifestantes ligados a movimentos sociais que reclamam da lentidão do Governo Federal em demarcar as terras indígenas e desapropriar áreas para a reforma agrária.

Apesar da marcha que saiu de Anhanduí estar ainda na região das Moreninhas, desde cedo não há expediente no órgão, que justificou a medida como precaução.

O Instituto de Mato Grosso do Sul comunicou Brasília e teve autorização para suspensão do expediente hoje e caso a situação fique instável, também para amanhã, segundo informou o órgão.

Os 400 manifestantes que já estão em Campo Grande começaram a caminhada na segunda-feira, partindo do distrito de Anhanduí, a 50 quilômetros da Capital.

Eles estão concentrados na entrada das Moreninhas. A jornada conta com manifestantes do MST (Movimento Sem Terra), MMC (Movimento das Mulheres Camponesas), MCLRA (Movimento dos Camponeses de luta pela Reforma Agrária), além de quilombolas, movimento estudantil e indígena.

A coordenação dos manifestantes pediu audiência com o superintendente Celso Cestari. A reunião deve acontecer durante a tarde nas Moreninhas.

De acordo com o Incra, Cestari vai apresentar o balanço do trabalho realizado em Mato Grosso do Sul desde outubro, quando ele assumiu a superintendência. Os dados incluem novos assentamentos e a meta de assentados e créditos ainda para este ano, os trabalhos de levantamento de fazendas que podem ser desapropriadas, processos que já estão em análise para desapropriação, além da situação interna dos assentamentos.

Hoje no Estado são 30 mil famílias assentadas em 178 áreas.

A coordenação do movimento classificou a medida de fechar as portas como “pouco caso” e diz que a expectativa é chegar a mil manifestantes até a audiência. “Era o órgão que deveria nos recepcionar”. 

 

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Fechar o INCRA não pode ser considerado pouco caso pelos líderes do MST,ÍNDIOS etc,eles devem admitir que pode haver um quebra-quebra e como fica a integridade física dos func. e deles próprios,apesar de confiarmos muito em nossa segurança,porém basta um pequeno acidente para ser motivo de tristeza p/ todos como foi o caso grave do indígena de Sidrolândia,desnecessário(compreendo como é complexo toda esta situação, mas é chegado o momento de ser minuciosamente estudada a possibilidade de desapropriação para todos,inclusive índios,porque não é justo demarcar terras adquiridas legalmente a décadas):opinião,que seja estipulada uma % de hec.ao proprietário e o restante indenizado,a parte que será dividida tem que haver fiscalização rigorosa Federal de divisas que sejam respeitadas ambas partes
 
Abel dos Santos em 05/06/2013 10:31:11
Desses que se dizem índios aí, a grande maioria é oriunda do Paraguai e da Bolívia.

Tem que mandá-los de volta para seus países e fazerem protestos lá e não aqui.
 
Afonso Netho em 05/06/2013 09:33:37
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