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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

10/11/2015 20:45

Agente da polícia paraguaia é executado com três tiros; segundo caso em 1 mês

Mariana Rodrigues
Gustavo Arguero Ramirez, era suboficial da Polícia Nacional do Paraguai e morreu após ser atingido por três tiros. (Foto: Porã News)Gustavo Arguero Ramirez, era suboficial da Polícia Nacional do Paraguai e morreu após ser atingido por três tiros. (Foto: Porã News)

O agente da Polícia Nacional de Pedro Juan Caballero, Gustavo Arguero Ramirez, 26 anos, foi morto na tarde desta terça-feira (10), após ser sequestrado por pistoleiros. Ao notar que seria executado, ele tentou fugir, mas acabou sendo atingindo com três disparos de pistola 9 milímetros.

O crime ocorreu no bairro Vila Guilhermina, em Pedro Juan, que faz divisa com Ponta Porã, a 323 km de Campo Grande. A vítima era suboficial da Polícia Nacional do Paraguai e prestava serviços para o Grupo de Operações Especiais.

Segundo informações do site Porã News, Gustavo estava a bordo de uma caminhonete de cor branca acompanhado por dois pistoleiros, quando tentou fugir quebrando o vidro do veículo, ele foi atingido na cabeça e em outras regiões do corpo. Moradores da região que presenciaram a ação acionaram os agentes da Polícia Nacional.

O policial não resistiu aos ferimentos e morreu no local. A área foi isolada por agentes da Divisão de Homicídios e da Seção de Investigações de Delitos da Polícia, após os trabalhos de praxe, o corpo foi transferido para o Imol (Instituto Médico Legal) do Hospital Regional de Pedro Juan Caballero.

A Polícia Paraguaia acredita que possa se tratar de um crime passional, porém a polícia não descarta outras hipóteses, já que essa é a segunda morte violenta de um policial na fronteira, o que poderia representar uma represália por parte do crime organizado contra os policiais.

Até o momento nenhum dos autores de execução contra o policial foi encontrado. A polícia acredita ainda que possa haver uma lista com nomes de policiais a serem executados, o que tem deixado os mesmos apreensivos e inclusive alguns teriam pedido a transferência para outras cidades do Paraguai.

No mês passado, o também policial Oscar Silvino Vargas, 34 anos, da Seção de Investigação de Delitos da Polícia, foi executado com 22 tiros de fuzil calibre 5.56, quando chegava em sua residência na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero.

Ele retornava de um jogo de vôlei com amigos quando foi atacado pelos matadores, que estariam no quintal da casa do policial. Assim que desceu de seu veículo, uma Saveiro branca, foi alvejado. Os pistoleiros estariam em um carro com placa do Brasil.



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