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Interior

Em 4 dias, 2 máquinas de bronzeamento artificial são interditadas em MS

A Anvisa proíbe o procedimento estético no País desde 2009 por riscos graves à saúde

Por Gabi Cenciarelli | 11/05/2026 12:48
Em 4 dias, 2 máquinas de bronzeamento artificial são interditadas em MS
Máquina de bronzeamento artificial interdiada na cidade (Foto: Direto das Ruas)

A Vigilância Sanitária Municipal de Ponta Porã interditou nesta segunda-feira (11) uma máquina de bronzeamento artificial utilizada em um estabelecimento da cidade. O equipamento foi lacrado durante fiscalização de rotina e, segundo o órgão, o procedimento é proibido no Brasil por oferecer riscos graves à saúde, incluindo câncer de pele.

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A Vigilância Sanitária de Ponta Porã interditou uma máquina de bronzeamento artificial durante fiscalização de rotina. O uso desses equipamentos é proibido no Brasil desde 2009 pela Anvisa, pois emitem radiação ultravioleta em níveis perigosos, associados ao melanoma e lesões oculares. O caso ocorre após situação semelhante em Paranaíba, onde um equipamento interditado em janeiro de 2025 voltou a funcionar com o lacre rompido.

A proibição do uso de câmaras de bronzeamento para fins estéticos é determinada pela Anvisa desde 2009. A resolução veta a utilização, importação, comercialização e aluguel desses aparelhos em todo o país.

De acordo com especialistas e órgãos de saúde, os equipamentos emitem radiação ultravioleta artificial em níveis considerados perigosos. A exposição está associada ao aumento do risco de melanoma, envelhecimento precoce da pele, queimaduras e lesões oculares.

O caso em Ponta Porã acontece quatro dias após uma situação semelhante em Paranaíba. Na última semana, a Vigilância Sanitária do município constatou que uma máquina de bronzeamento artificial voltou a funcionar mesmo após ter sido interditada anteriormente. O lacre colocado no aparelho havia sido rompido, conforme boletim de ocorrência registrado pela Polícia Civil.

Segundo o registro policial, a primeira fiscalização ocorreu em janeiro de 2025, quando o equipamento foi lacrado e a responsável foi autuada por irregularidades sanitárias. Durante uma nova inspeção, realizada após denúncia, os fiscais encontraram o aparelho novamente em funcionamento, apesar da interdição anterior.

Ainda conforme o documento, a Vigilância Sanitária informou que o estabelecimento funcionava sem formalização legal e sem autorização para realizar o procedimento estético.

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