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Interior

Famasul repudia invasão e destruição de fazenda por indígenas em Sidrolândia

Instituição cobra atuação firme da Justiça e dos órgãos competentes para investigar o caso

Por Viviane Oliveira | 14/06/2026 18:29
Famasul repudia invasão e destruição de fazenda por indígenas em Sidrolândia
Policiais e equipes da Funai durante operação em fazenda de Sidrolândia (Foto: Cimi)

A Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul) divulgou neste domingo (14) nota de repúdio à invasão da Fazenda São Sebastião, localizada em Sidrolândia, distante 71 quilômetros de Campo Grande, ocorrida ontem à noite. Segundo a entidade, a propriedade rural foi invadida e depredada por um grupo de indígenas.

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A Famasul divulgou nota de repúdio à invasão da Fazenda São Sebastião, em Sidrolândia, a 71 km de Campo Grande. Segundo a federação, indígenas invadiram e depredaram a propriedade, incendiando estruturas, roubando maquinários, gado e cavalos. A entidade defende o direito à propriedade privada e cobra atuação da Justiça para identificar e responsabilizar os envolvidos. A área está em processo judicial de demarcação.

Conforme a federação, os invasores incendiaram a sede e outras estruturas da fazenda, além de roubarem maquinários, insumos agrícolas, cavalos e cabeças de gado. A entidade afirma que toda a infraestrutura da propriedade foi destruída pelas chamas.

Ainda conforme a federação, árvores foram derrubadas e utilizadas como barricadas para dificultar o acesso das forças policiais à área. A Famasul destacou que a Fazenda São Sebastião foi adquirida legalmente pelo proprietário e que a área é alvo de um processo judicial que se arrasta há anos, permanecendo atualmente em fase demarcatória.

Na nota, a entidade reforça que o direito à propriedade privada é garantido pela Constituição Federal e defende a adoção de medidas para assegurar segurança jurídica no campo. A federação também afirma que produtores rurais têm enfrentado prejuízos materiais e psicológicos decorrentes de conflitos fundiários, sem ressarcimento pelas perdas sofridas.

A instituição cobra atuação firme da Justiça e dos órgãos competentes para investigar o caso, identificar os responsáveis e promover a responsabilização dos envolvidos. Segundo a Famasul, atos de violência contra propriedades rurais não podem ser tolerados, independentemente da origem ou da identidade dos autores.

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