A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Sábado, 25 de Novembro de 2017

08/08/2009 17:39

Jurista não acredita em permanência de 2 anos em abrigos

Redação

A determinação de permanência máxima das crianças por dois anos nos abrigos institucionais, que consta na nova lei de adoção, é vista com ceticismo.

Em entrevista à Agência Brasil, o jurista Paulo Lôbo, que é diretor nacional do Instituto Brasileiro de Direito de Família, lembrou que o tempo é um obstáculo à adoção das crianças.

"Na verdade, os especialistas têm demonstrado certo ceticismo no êxito dessa medida. Porque depois de passado certo tempo, as estatísticas mostram, os brasileiros não querem adotar. E essa lei trouxe uma dificuldade muito grande para a adoção internacional", avaliou.

Ele explicou que a nova lei criou uma ordem de prioridades para o destino das crianças enquanto não são adotadas. Prioritariamente elas devem permanecer em abrigos familiares. Caso não sejam acolhidas por nenhuma família temporária, elas ficam em abrigos institucionais por dois anos aguardando que famílias brasileiras queiram adotá-las. Só então, elas poderão ir para a adoção internacional.

Mega-Sena sorteia bolada de R$ 60 milhões nesta noite de sábado
A Mega-Sena acumulada pode pagar neste sábado (25) o prêmio de R$ 60 milhões ao apostador que acertar os seis números da sorte do concurso 1.991, que...
Ministro diz que universidades públicas precisam ter mais alunos pobres
O ministro da Educação, José Mendonça Bezerra Filho, disse que o maior desafio educacional no Brasil é a qualidade do ensino. Para o ministro, melhor...
Enade será realizado no domingo; locais de prova já podem ser consultados
O Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) 2017 será realizado neste domingo (26). Os participantes que ainda não sabem onde farão suas pro...
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions