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15/10/2009 17:30

MS é destaque em estudo sobre apreensão de armas no País

Redação

Estudo realizado pela ONG (Organização Não-Governamental) Viva Rio, destaca Mato Grosso do Sul no Ranking dos Estados no Controle de Armas.

A pesquisa, inédita no País e que teve início em outubro de 2008, levou em conta um universo de 238 mil armas apreendidas no País durante os últimos 10 anos.

O relatório preliminar, divulgado nesta quinta-feira, aponta que Mato Grosso do Sul adotou sistemas mais apropriados de recolhimento, armazenamento e guarda, com informações mais detalhadas sobre os armamentos.

Por conta dessa melhora nos sistemas, o Estado melhorou a posição no Ranking e ocupa lugar de destaque ao lado de Minas Gerais e Paraná. Os números não foram divulgados pela ONG.

Já o Distrito Federal é que tem apresentado a melhor qualidade de informações relativas ao recolhimento e à apreensão de armas, conforme o estudo da ONG.

Por ter sido a unidade federativa que mais colaborou com informações sobre a padronização dos dados do armamento e relativas a cada caso de arma apreendida, o Distrito Federal foi considerado ponto de referência (100%).

Em segundo lugar ficou o Rio de Janeiro (95,5%), seguido por São Paulo (93,4%), Pernambuco (91,6%), pelo Tocantins (88%) e Espírito Santo (83,3%).

Liderar o ranking, segundo o diretor da Viva Rio Antônio Rangel, não significa necessariamente que a situação da capital federal seja satisfatória.

"Isso é apenas uma comparação com outros estados. Para termos uma visão mais realista, seria necessária uma comparação com outros países. Se isso fosse feito, chegaríamos a uma conclusão não tão positiva", disse Rangel, em entrevista à Agência Brasil.

A ideia da pesquisa é analisar a forma como as armas de fogo apreendidas pelas forças de segurança pública estão sendo conduzidas pelos estados, de modo a avaliar o desempenho de cada unidade da Federação no controle das armas apreendidas, sob sua tutela.

O número de armas apreendidas durante as campanhas de desarmamento também pesou na confecção do ranking.

Além disso, a pesquisa traça um raio-x que revela os tipos de armas apreendidas, os locais e circunstâncias das apreensões, as informações recolhidas sobre elas, a quantidade e especificação do armamento recolhido durante as campanhas de desarmamento voluntário e o número de armas recadastradas na atual campanha.

O trabalho seguirá até fevereiro de 2010, quando será apresentado o resultado final do levantamento. O estudo também visa rastrear o caminho percorrido pelas armas ilegais e identificar os principais canais utilizados por traficantes e contrabandistas.

Já foi possível identificar, por exemplo, que grande parte das armas apreendidas com criminosos tiveram origem legal, tendo sido compradas em lojas especializadas ou desviadas do arsenal de forças policiais.

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