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16/11/2011 12:45

MS tem mais de 320 mil pessoas morando sós, revelam dados do IBGE

Marta Ferreira

Mais de 13% vivem sozinhos em MS, terceiro maior percentual no País

Censo 2010 revelou novas tendendências na população, entre elas mais pessoas vivendo sozinhas e menos analfabetos. (Foto: Marcelo Victor)Censo 2010 revelou novas tendendências na população, entre elas mais pessoas vivendo sozinhas e menos analfabetos. (Foto: Marcelo Victor)

O IBGE fez hoje nova divulgação de dados do Censo de 2010, a quinta já realizada, e Mato Grosso do Sul aparece, nas informações, entre os estados com maior população de moradores solitários. No Estado, conforme o Instituto, 13,2% da população é de pessoas que vivem sozinhas. Isso significa um contingente superior a 320 mil pessoas vive sozinho no Estado, considerando a população de 2,4 milhões de habitantes.

No País, o maior percentual registrado foi no Rio de Janeiro, de 15,6%, seguido do Rio Grande do Sul, com 15,2%.

Para quem pensa que o fenômeno dos moradores solitários é típico das cidades maiores, em Mato Grosso do Sul, ele é liderado por uma cidade pequena, Bandeirantes, onde foram encontradas 21,1% de domicílios com apenas uma pessoa. Bandeirantes tem pouco mais de 6 mil habitantes. Na outra ponta, Aral Moreira tem o menor percentual, de 9,1%.

Na leitura do IBGE, o crescimento da proporção de pessoas que moram sozinhas acompanha um movimento mundial. Tratase, segundo o instituto, de uma tendência tipicamente urbana, decorrente da combinação de fatores como aumento da esperança de vida, que leva idosos a morarem sós; mudança de comportamento eventual especialmente de adultos jovens; e o aumento das separações de casais.

 MS tem mais de 320 mil pessoas morando sós, revelam dados do IBGE

No estrangeiro- Pela primeira vez, foi contabilizado tanto o número de estrangeiros que vivem no Brasil e o de brasileiros que vivem no exterior, o que antes não era feito.

O levantamento idenficou 7.977 pessoas com origem em Mato Grosso do Sul vivendo em outros países. Os Estados Unidos são o destino líder, com mais 23,8% dos emigrantes, segundo dados nacionais.

Renda– Mato Grosso do Sul apresentou, no Censo de 2010, o 9º rendimental mensal domiciliar per capita do País, de R$ 676.

No Brasil, o valor médio encontrado foi de R$ 668. Essa conta considera como rendimento nominal mensal domiciliar per capita a divisão do rendimento mensal domiciliar pelo número de moradores do domicílio particular, exclusive aqueles cuja condição no domicílio fosse pensionista, empregado doméstico ou parente do empregado doméstico. O maior valor entre as Unidades da Federação, o maior rendimento foi do Distrito Federal (R$ 1.404,00) seguido de São Paulo (R$887). No outro extremo, ficaram os Estados do Maranhão (R$319,00) e Piauí (R$ 337,00).

Entre as capitais, Campo Grande figura na 12ª posição, com renda per capita de R$ 889,00.

No interior, Chapadão do Sul lidera o ranking, com R$ 822. Depois vem São Gabriel (R$ 754), Dourados (R$ 745,00) e Três Lagoas (R$ 717).O pior resultado é de Japorã, município com alta concentração de indígenas, onde a renda per capita encontrada é de R$ 252.

Em relação à concentração de distribuição de renda, o chamado índice GINI, Mato Grosso do Sul ficou em décimo no País, com 0,509. Quanto mais próximo de 1 o índice, maiores as diferneças.

No Estado, o índice é menor entre as mulheres (0,487) do que entre os homens (0,512).

Mais alfabetizados-De acordo com o IBGE, a taxa de analfabetismo entre as pessoas de mais de 10 anos no Estado caiu de 10,1% para 7,1% entre 2000 e 2010. É o sétimo menor percentual no País.

Em MS, a taxa de analfabetismo das pessoas de 10 anos ou mais de idade foi de 7,1% em 2010, uma redução de 3 pontos percentuais em relação a 2000 (10,1%). A menor taxa de analfabetismo foi do Distrito Federal (3,3%) e a maior de Alagoas (22,5%).

Entre os municípios de MS, Japorã foi o que apresentou a maior taxa de analfabetismo com 11%.

Os municípios de Pedro Gomes e Rio Negro tiveram um resultado invejável: não apresentaram pessoas analfabetas.

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