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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

07/10/2009 13:06

PC aprova agente preso com pistola e que cobrou propina

Redação

O Conselho Superior da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul aprovou o estágio probatório do investigador de polícia, Dalmir Martins da Silva. O parecer foi aceito pelo presidente do órgão e diretor-geral de Polícia Civil, delegado Jorge Razanauskas Neto.

No entanto, no período do estágio probatório, de 5 de dezembro de 2006 e este mês, o agente foi acusado por dois crimes e chegou a ficar preso em flagrante por 167 dias, conforme o relatório do conselho publicado na edição de hoje do Diário Oficial do Estado.

Pistola - Silva foi lotado na delegacia de Polícia em Coronel Sapucaia, a 394 quilômetros de Campo Grande. Três meses depois de empossado, ele foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de uso restrito e sem registro. Ficou detido por 167 dias, a contar de 2 de março de 2007.

Conforme o relatório, ele estava com uma pistola nove milímetros e 15 munições intactas em sua residência. Na ocasião, ele alegou que recebeu a arma do delegado e atribuiu o ato ilegal à inexperiência.

A comissão da Polícia Civil chegou a expulsá-lo da corporação, mas reviu a medida ao analisar o recurso de Dalmir Martins da Silva.

Propina - Após pegar licença média em duas ocasiões, o policial civil prendeu Claudinei Machado em 8 de março de 2007 com um contrabando de bebidas, sendo 100 caixas de cerveja de lata, 20 de garrafas e mais 28 caixas de coca-cola.

No entanto, ele teria procurado o acusado de contrabando na cela e pedido R$ 300 para liberá-lo sem registrar a ocorrência. Ele pagou o valor ao investigador e foi liberado.

Início - O investigador acabou tendo o estágio probatório aprovado e foi considerado apto para trabalhar na Polícia Civil de Mato Grosso do Sul. A comissão de avaliação, formada por Roberto Medina Filho, José Waldir Barreto e Valmiro Batista Alves, desconsiderou a denúncia de cobrança de propina porque a investigação está na fase inicial na Corregedoria de Polícia Civil e não poderia condená-lo antes de se concluir a investigação.

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