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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

29/08/2013 10:44

Polícia apura se homem sem cabeça é um dos assassinos de delegado

Graziela Rezende

A possibilidade do corpo encontrando há dias, na BR-262, próximo ao lixão da Capital, pertencer a um dos suspeitos de matar o delegado Paulo Magalhães, no dia 25 de junho deste ano, fez com que a DEH (Delegacia Especializada em Repressão a Homicídios) encaminhasse duas famílias de desaparecidos para a realização do exame do DNA.

Segundo o delegado Cláudio Martins, responsável pelas investigações, por conta do estado de putrefação e membros arrancados do corpo, a Polícia afirma que a única medida para identificar o homem é o material genético.

“A perícia fez uma análise do biotipo do corpo e nos repassou uma altura aproximada, bem como o peso deste homem. Com estas informações, estamos convocando familiares para falar sobre a vítima desaparecida. O delegado Edilson dos Santos, ainda nos mandou parentes, porque tem interesse na identificação do corpo, por conta da suspeita de envolvimento na morte do delegado que ele investiga”, afirma Martins.

Corpo - Assim que localizado, o corpo estava com sinais de tortura e queimaduras. A cabeça não foi encontrada, enquanto pernas e braços foram cortados.

De início, o delegado Martins, comentou ao Campo Grande News que o homicídio pode ter sido por acerto de contas por causa de droga ou que o homem tenha sido morto por alguém que queria mandar um recado. Enquanto isso o corpo, que tem entre 18 e 25 anos, permanece no Imol (Instituto Médico Ontológico Legal).

No início da semana, três delegados deram declarações ao Campo Grande News descartando qualquer ligação entre a morte do delegado e o homem sem cabeça e os braços. 

Dois supostos envolvidos na execução, o guarda municipal José Moreira Freitas e Antônio Benitez Cristaldo, estão presos. Eles negam qualquer participação no assassinato, mas a polícia diz ter provas que os incriminam no assassinato. 

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No jargão policial trata-se de "queima de arquivo".
Bem, pelo menos temos um bandido a menos em Campo Grande, e não vamos ter que alimentar mais um, indiretamente, com os impostos que pagamos.
 
José Rodrigues em 30/08/2013 00:30:47
Da medo até de postar um comentário uma coisa já esta claro não foi nem um ladrão de galinha da época em que o delegado Paulo Magalhães atuava possa ter prendido.
 
Kaio Ferras em 29/08/2013 12:11:23
Que orrror,quando alguem encontrar o restante do corpo dessa criatura.
 
Teresa Moura em 29/08/2013 11:03:33
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