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Campo Grande, Domingo, 10 de Dezembro de 2017

06/08/2010 09:36

Polícia prende homem que dava golpes com cheques falsos

Redação

O Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros) prendeu ontem à noite na Avenida Eduardo Elias Zahran um homem que dava golpes no comércio utilizando documentos e lâminas de cheques falsos. A prisão aconteceu depois que o proprietário de uma loja desconfiou da ação do estelionatário.

Edson Aparecido da Silva, de 26 anos, tentava comprar uma peça de caminhão com um cheque. O dono do estabelecimento desconfiou e ligou para a polícia, que prendeu o golpista ainda na loja.

O comparsa aguardava no carro, mas ao perceber a movimentação da polícia, conseguiu fugir.

Na residência de Edson, foram encontrados 19 lâminas de cheques, um CPF, uma carteira de habilitação e quatro RGs. A maior parte dos cheques estava no nome de Fabio Pereira da Silva Santos, de São Paulo, e outros eram pertencentes a Joel Acosta Lara e Ramão Josemar Souza Matos. Alguns RGs foram emitidos em Mato Grosso do Sul.

Edson utilizava RG com nome de outras pessoas, mas com sua foto. As lâminas de cheque também eram falsificadas. Os policiais localizaram ainda diversos orçamentos de lojas de tintas, que seriam possíveis alvos de futuros golpes.

Edson disse que é de Fátima do Sul e que aplicava os golpes a cerca de três meses por necessidade. "Ele disse que comprou os documentos na rua, pagando R$ 25 por cada lâmina de cheque, e de R$ 150 a R$ 200 pelo documento falso", contou o delegado do Garras, Ivan Barreira.

Barreira acrescenta que a apresentação de Edson serve para que os comerciantes que foram lesados identifiquem o golpista e ajudem na elucidação de outros golpes. Para evitar tal situação, o delegado pede para que, ao vender algo, o comerciante busque referências do comprador, não se baseando apenas nos documentos.

Este é o primeiro caso deste tipo de golpe registrado este ano, segundo o Garras. No ano passado, uma quadrilha foi presa pela mesma prática fraudulenta e explicou que os documentos vêm de São Paulo ou Curitiba, e que nunca é possível agir sozinho. A polícia busca o comparsa de Edson.

A polícia de Mato Grosso do Sul vai verificar com o serviço de identificação de São Paulo se há registro de extravio ou furto dos documentos utilizados no golpe. Edson vai responder por uso de documento falso, falsificação de documento e tentativa de estelionato.

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