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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

05/05/2009 13:59

Pressão de servidor não acaba com mistério sobre aumento

Redação

Além dos policiais, outras categorias, que integram os 45 mil servidores públicos não contemplados com reajuste salarial, estão aguardando audiência com o governador André Puccinelli (PMDB). Representando 25 mil funcionários, a Feserp (Federação dos Servidores Públicos de Mato Grosso do Sul) aguarda, há dois meses, audiência com Puccinelli. A entidade protocolou pedido de aumento de 41% nos salários, sendo 16% de reposição da inflação e até 25% para corrigir distorções.

Segundo o presidente da Feserp, Rudney Vera de Carvalho, eles foram recebidos pelo procurador-geral do Estado, Rafael Coldibelli, e pela secretária estadual de Administração, Tbie Higushi Viegas dos Santos . No entanto, nenhum dos dois antecipou a proposta do Governo. "Estamos cobrando dia e noite, mas nada", lamentou Carvalho. A pressão das entidades, incluindo protestos dos policiais, não acabou com o mistério em torno da proposta do Poder Executivo.

O sindicalista até aprova o aumento de 6%, que é a reposição da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E). No entanto, pede a correção de "distorções absurdas". Ele informou que existem distorções de até 300% nos vencimentos dos servidores.

O governador deve apresentar os projetos de lei prevendo os reajustes dos servidores aos deputados estaduais nesta quarta-feira, às 14h, em reunião na Governadoria. Sob pressão de policiais civis, militares e bombeiros, Puccinelli mantém o mistério sobre os percentuais que serão concedidos aos menores salários, aos militares e bombeiros. Além do reajuste de 6%, policiais civis terão acréscimo de mais 6% com a criação da quarta classe. Em janeiro, os professores tiveram aumento de 13,47%.

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