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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

18/12/2014 19:30

Servidor acusado de desviar celulares oficias foi inocentado em 2012

Michel Faustino

O servidor público Artur Vitor Freitas de Lima, acusado de participar de um esquema de fraude com uso de telefones celulares pertencentes ao Governo do Estado, desmontado após operação da Polícia Civil que ficou conhecida como “Oba Oba” feita em 2007, foi inocentado pela Justiça em 2012.

Artur Vitor Freitas foi acusado de retirar do almoxarifado da SAD (Secretaria Estadual de Administração), onde era lotado, 110 telefones celulares que foram repassados a Nestor Lauro Souza Albuquerque, proprietário da empresa Megacell, em Campo Grande.

As investigações da Polícia Civil feitas na época apontaram que o empresário usava as linhas em duas situações: ele vendia os aparelhos habilitados a terceiros com contas faturadas em nome do governo do Estado ou ficava de posse do aparelho e vendia os créditos gerados por meio de ligações desses telefones.

Na segunda modalidade, o próprio empresário fazia ligações dos celulares do Estado para aparelhos que tinham o plano chamado de Pula-pula, ou seja, a pessoa recebia em créditos os impulsos de chamadas recebidas em seu celular. Foram constatados casos de repasse de créditos de R$ 8 mil e o Estado que pagava conta.

Além de locar os aparelhos, Onésio permanecia com mais três aparelhos celulares para seu uso. Onésio locou 12 aparelhos celulares, pelo valor que variava de R$ 80,00 a R$ 150,00 por mês.

Após concluída a investigação policial, que indiciou 55 pessoas pelos crimes de estelionato, formação de quadrilha e peculato, que é o uso de cargo público para tirar vantagem, e devida abertura e legal tramitação do processo penal, foi proferida em 2012 decisão judicial absolutória, inocentando Artur Freitas de Lima das acusações. 



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