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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

12/12/2014 12:02

Suspeita de chikungunya chega a mais cidades e 44 esperam por exame

Aline dos Santos

Os casos suspeitos da febre chikungunya avançaram de doze para quatorze cidades e 44 pessoas aguardam resultado de exame em Mato Grosso do Sul. Conforme boletim epidemiológico divulgado hoje pela SES (Secretaria de Estado de Saúde), dados registrados até ontem apontam 55 casos notificados em 14 cidades, incluindo agora Brasilândia e Caarapó, e dez suspeitas descartadas.

No levantamento divulgado no último dia 8, eram 47 notificações em doze municípios, 32 pacientes aguardavam resultado de exame e nove suspeitas foram descartadas. O Estado teve somente um caso confirmado. O paciente, de 35 anos, ficou internado na rede particular em Campo Grande por cerca de três semanas, teve alta e foi liberado.

A maioria dos que espera laudo de exame está na Capital: 24 pessoas. As demais residem em Água Clara (1), Bandeirantes (2), Brasilândia (1), Caarapó (1), Corumbá (2), Coxim (1), Dourados (3), Ribas do Rio Pardo (1), Rio Brilhante (1), Rio Verde de Mato Grosso (1), São Gabriel do Oeste (2) e Três Lagoas (4).

A doença é transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti, mesmo vetor da dengue, e se caracteriza por dores intensas nas articulações, que podem durar de meses a três anos.

A SES considera caso suspeito quando o paciente apresenta febre de início súbito maior que 38,5°C e dor intensa nas articulações de inicio agudo, acompanhada ou não de inchaço. A pessoa deve ser residente ou ter visitado áreas onde ocorreram casos suspeitos até duas semanas antes do início dos sintomas ou que tenha vínculo com algum caso confirmado.

A orientação é procurar atendimento médico e ingerir muito líquido. A prevenção é a já adotada no combate à dengue: descarta objetos não utilizados que estiverem expostos às chuvas e podem acumular (água, pneus, latas, garrafas, baldes); tampar os tonéis e depósitos de água; colocar terra/areia nos vasinhos de plantas ou lugares que acumulem água; colocar o lixo em sacos plásticos; e trocar a água das plantas a cada três dias.



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