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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

06/02/2014 09:54

Traficantes lucram R$ 938 mil com venda de cocaína a caminhoneiros

Edivaldo Bitencourt e Graziela Rezende
Movimentação chega a quase R$ 1 milhão. Foto: Graziela RezendeMovimentação chega a quase R$ 1 milhão. Foto: Graziela Rezende

Policiais da Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico) prenderam três homens acusados de vender cocaína para caminhoneiros em Campo Grande. Planilhas encontradas com o grupo mostram que o trio lucrou R$ 938 mil com a comercialização de drogas somente no ano passado.

Conforme o delegado João Paulo Sartori, os acusados superfaturavam a cocaína em 150%, já que vendiam a porção de dois gramas por R$ 50. Geralmente, esta mesma quantidade custa R$ 20. O alto preço refletia, segundo as investigações, o alto grau de pureza do entorpecente “importado” da Bolívia.

Odenir Dias de Alencar, 37 anos, foi indiciado como chefe da quadrilha. Ele era o responsável também por trazer a droga da Bolívia. A droga era escondida embaixo de um galinheiro no Bairro Santa Felicidade, na saída para São Paulo, pelo operário de um frigorífico, Luiz Carlos Alves Rodrigues, o Gigante, 44, que foi o primeiro a ser preso na noite de terça-feira (4).

O terceiro integrante do grupo foi Wendryw Martins dos Santos, o Dril, 22, único com passagem na Polícia por roubo. Ele entregava as drogas para os caminhoneiros nas saídas para São Paulo e Cuiabá. Bril era funcionário de uma empresa de rastreador de veículos na saída para São Paulo.

As investigações, realizadas há dois meses, concluíram que o grupo entregava de 10 a 15 porções por dia. Os principais “clientes” eram caminhoneiros do Paraná e Rio Grande do Sul. Os motoristas pegavam o entorpecente e seguiam o destino, o que dificultou o trabalho dos policiais.

Contudo, dois carreteiros foram ouvidos pela Denar e confirmaram que compravam cocaína da quadrilha. Eles foram indiciados por dirigir sob efeito de substância psíquica, com base no artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro.

Sartore explicou que o grupo era organizado e tinha até uma planilha. No entanto, para camuflar, eles usavam o termo “panelas”, entre aspas, para contabilizar a venda de cocaína. No ano passado, o grupo faturou R$ 938 mil.

Quadrilha responderá por tráfico de drogas. Foto: Graziela RezendeQuadrilha responderá por tráfico de drogas. Foto: Graziela Rezende
Polícia ainda apreendeu entorpecente e mais de R$ 1 mil. Foto: Graziela RezendePolícia ainda apreendeu entorpecente e mais de R$ 1 mil. Foto: Graziela Rezende
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Está explicado por que muitos caminhoneiros passam por cima de tudo e de todos, fazendo ultrapassagens forçadas e jogando os carros pequenos para fora da pista: estão noiados! Tinha que ter controle RIGOROSO sobre esses profissionais, principalmente quanto a aferição do tacógrafo, que deveria ser eletrônico e registrar as informações em chip, e não esses tacógrafos mecânicos, que podem ser adulterados até com uma simples BITUCA de cigarro. Essa simples medida já contribuiria e muito para reduzir os graves acidentes que matam e aleijam milhares de pessoas todo o ano nas rodovias brasileiras.
 
Adriano Roberto dos Santos em 06/02/2014 13:36:20
agora vai comer em nossas custa, o DR; pega esta droga e faz eles cheirar tudo só assim eles morrem de overdose e o processo que este v.. merecem...
 
dejalma goulart em 06/02/2014 11:51:44
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