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Campo Grande, Domingo, 22 de Outubro de 2017

23/07/2009 08:30

Zeolla se livrou de escolta porque não há local para PMs

Redação

O procurador de Justiça afastado, Carlos Alberto Zeolla, assassino confesso do sobrinho, conseguiu se livrar da escolta de policiais militares 24h por dia, porque o local em que ele está internado não possui condições de abrigar a guarda.

De acordo com o comandante da Companhia de Guarda e Escolta, tenente-coronel Olivaldo de Jesus Muniz, o pedido de dispensa da vigia foi feito porque a Clínica Carandá não oferece condições para abrigar os policiais militares.

Muniz explica que o hospital não tem obrigação de fazer adequações para abrigar os dois policiais que ficam no local diariamente. Segundo ele, entre outras situações, os militares ficam no relento, porque não podem ficar junto com os demais internos, e não têm local para tomar banho.

Sobre a possibilidade de uma eventual fuga do procurador, já que ficará sem escolta, Muniz justifica dizendo que apenas fez um relatório com as condições da vigia e escolta no local, cabendo a decisão ao judiciário.

O pedido, feito no início do mês, teve parecer favorável do procurador-geral de Justiça, Miguel Vieira da Silva. "O MP não se opõe à dispensa de escolta requerida pela Polícia Militar".

No dia 16 de julho, data do aniversário de Carlos Alberto, o desembargador -substituto Ildeu de Souza Campos, acatou o pedido e dispensou a escolta e vigia 24h da PM.

Até o início da manhã desta quinta-feira, a Companhia de Guarda e Escolta ainda não havia sido oficiada da decisão. Portanto, Carlos Alberto ainda continua com a escolta.

O procurador afastado está preso desde o dia 3 de março deste ano, dia em que matou o sobrinho Cláudio Alexander Joaquim Zeolla, com um tiro na nuca.

Após ser autuado em flagrante, Carlos Alberto foi encaminhado ao Garras, onde ficou preso até dia 18. Ele então foi transferido para a Clínica Carandá, com determinação da Justiça, a pedido da defesa, que alegou problemas mentais.

O procurado afastado alegou que matou Cláudio porque o rapaz havia agredido o avô, pai de Carlos Alberto.

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