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Em Pauta

Ministra garante 60 dias de estoque em supermercados

Por Mário Sérgio Lorenzetto | 23/03/2020 10:09
Campo Grande News - Conteúdo de Verdade
Em meio às incertezas acusadas pelo coronavírus, a ministra Tereza Cristina garantiu que não há motivos para as pessoas estocarem produtos em suas casas. Afirma, a ministra, que a associação dos supermercadistas estão no momento com o estoque normal de 60 dias. Dois meses de estoque é a métrica usada para a quase totalidade dos produtos vendidos por esses estabelecimentos. Pelo menos para as maiores redes. Estocagem de produtos é um dos conhecimentos mais importantes para que tenham lucro. Excesso de estoque corta seus lucros.



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A crise será nos hospitais.

O Brasil copiou, há muito tempo, o modelo de prevenção em postos de saúde em detrimento do atendimento em hospitais. Essa é a regra número um do SUS: "não deixem doentes chegarem nos hospitais". Prevenção é o dogma criado pelo setor médico-governamental. A tentativa, nunca bem solucionada, é dos postos de saúde terem tudo. Os hospitais que se virem sozinhos. Quando os postos de saúde nada podem fazer, como na crise do coronavírus, os hospitais entram em polvorosa. Eles não tem organização e nem dinheiro para tratar de muitos pacientes.



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Hospitais são o centro de proliferação de infecções.

Quem passou por alguma cirurgia conhece: os médicos nos expulsam do hospital no primeiro ou no segundo dia do pós operatório. O motivo é único: há muito tempo estão aterrorizados com a gigantesca proliferação de vírus e de bactérias dentro desses prédios. E mais, muitos antibióticos (lembre-se que antibióticos só travam luta contra bactérias) já não fazem efeito.  Os antivirais, via de regra, são medicamentos raros e caríssimos. Em meio a uma epidemia das dimensões que temos de enfrentar, os hospitais viram o "centro do inferno": ninguém sabe o que fazer, ou melhor, apenas nos prestam cuidados paliativos. Isso significa que quem tiver boa saúde, terá enormes chances de sair do hospital vivo. Quem tiver má saúde, não importa a doença, terá poucas chances.



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A disputa entre economia e saúde.

O país está viciado nas disputas politico-ideológicas. A luta que ora se trava é de imensa falsidade. Estão opondo a economia à saúde. O bolsonarismo tenta cuidar da economia. Os demais, se preocupam com a saúde.
É impossível viver sem um deles. Não há vida sem economia, sem produtos para adquirirmos. Não há vida sem cuidados com a saúde.



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Um país falido?

Também é falsa a visão que se alastra de que teremos um país falido ao fim da epidemia. Temos um "colchão " (uma "poupança") de mais de 300 bilhões de dólares guardados no fundo soberano. Tínhamos 10% a mais até o ano passado. O governo resolveu pagar parte de nossa dívida externa para os bancos. Há solidez financeira no governo. Por outro lado, caso o governo, resolva continuar pagando os bancos em detrimento dos demais negócios e dos necessitados, teremos uma ciclópica quebra das médias e pequenas empresas. O pacote de ajuda lançado pelo ministro Guedes é bem vindo, mas é esquelético. A verdade que não querem enxergar é que o projeto ultra-liberal do governo minimo, está exposto à realidade: não dá certo. As empresas e a população necessitam da liderança e do cofre do governo. Se ainda assim faltar dinheiro criem um consenso para adiar as obras, as emendas parlamentares e, em último caso, as eleições.