A vida secreta de Jesus Cristo no Himalaia
Para os “amaditas”, uma das correntes do islamismo, Jesus Cristo foi retirado da cruz em coma, mas com vida. Posteriormente, curado de suas chagas, viveu em Srinagar, no Himalaia, uma das mais belas cidades do mundo. Essa cidade já foi uma dos pontos turísticos mais importantes do mundo. Conhecida como “paraíso na Terra”, hoje está em uma região de constantes conflitos bélicos entre a índia e o Paquistão. Jesus teria morrido por lá aos 120 anos de idade.
O túmulo de Jesus no Himalaia.
Houve um tempo em que erigiram um túmulo para Jesus nessa localidade, atualmente inexistente. Mas essa não é a única crença sobre a vida de Jesus no Himalaia. Saindo de Srinagar, passando pela cidade de Cargil, encontra-se o mosteiro budista Hemis, um dos maiores e mais rico da região. É lá que vamos procurar o “testamento secreto de Jesus”.
A juventude desconhecida de Jesus.
Em 1.894, veio ao mundo o livro “A vida desconhecida de Jesus Cristo na Índia e no Tibet”, do aventureiro russo Nikolai Notovich. Diz o autor que encontrou um livro secreto de páginas amarelas que descrevia como Jesus, ou Issa, como os monges budistas o chamam, teria viajado pela Índia na juventude para estudar o hinduísmo e o budismo. Um abade inicialmente relutou em lhe mostrar o livro, disponível apenas para lamas de alto escalão.
Caiu do cavalo e leu o livro.
Notovich diz que no caminho de volta, quebrou o pé ao cair do cavalo e teve de permanecer no mosteiro de Hemis por alguns dias. Para entreter o convalescente, o abade leu para ele a biografia de Issa. Notovich milagrosamente conseguiu traduzir o texto que conta a vida de Jesus aos catorze anos. Seria com essa idade que Jesus partira da Palestina rumo ao Oriente. Agrupou-se a um grupo de mercadores a caminho da Índia com o propósito de aperfeiçoar o conhecimento da palavra de Deus, bem como estudar os grandes budas.
A partir dos quinze anos.
Nos quinze anos seguintes, Jesus percorreu a Índia, onde aprendeu a língua e os costumes locais. Tentou convencer os budistas e brâmanes que encontrou pela frente de que existe apenas um Deus eterno e uno. Então regressou à Palestina e foi crucificado. Esse livro nunca mais foi lido por estrangeiro algum, ainda que alguns monges de Hemis sustentem que ele por lá permaneça.
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