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16/02/2018 07:50

O ano solidário, tolerante, honesto e leal

Mário Sérgio Lorenzetto
O ano solidário, tolerante, honesto e leal

Este 16 de fevereiro marca a data de enormes esperanças. Este é o Ano do Cão. Mesmo que você não tenha o menor interesse em previsões para o novo ano, horóscopos e similares, é sempre interessante conhecer as crenças de outras culturas. A China adota dois calendários. O gregoriano, adotado no Brasil e no mundo ocidental, e o lunar. Com isso, os chineses hoje estão fazendo a maior festa que vocês possam imaginar. Em todas as médias e grandes cidades são muito maiores que o fim de ano comemorado em Copacabana. São gigantescas, multicoloridas e mesclam o respeito ao passado com o que há de mais futurista. Hoje é Ano Novo na China, o Ano do Cão.

O calendário lunar começou a ser usado há 3,5 mil anos. Jovem é o gregoriano, pouco mais novo que o descobrimento do Brasil, foi promulgado pelo Vaticano em 1582. Para acompanhar a passagem do tempo os chineses adotaram 12 animais: Rato, Boi, Búfalo, Tigre, Coelho, Dragão, Serpente, Cavalo, Cabra, Macaco, Galo, Cão e Porco, formando ciclos de 12 anos.

Os chineses foram os primeiros povos a domesticar os cães, à partir dos lobos-cinzentos, entre os anos 5,5 mil e 3,3 mil anos antes de Cristo. e, por isso, escolheram o cachorro como um dos signos do zodíaco, pela proximidade que eles têm com os humanos. Segundo a mitologia chinesa, o cão foi eleito como signo pelo Imperador de Jade, o Senhor dos Céus, por causa de sua sabedoria.

As características de quem nasce no signo do cão são a paciência, a lealdade e a confiabilidade. Também são teimosos, explosivos e emotivos. De modo geral, os que são regidos pelo cachorro são vistos como justos, honestos, sempre dispostos a auxiliar outros e de boa índole. Todos os anos regidos pelo cão devem ser de solidariedade, tolerância, honestidade e lealdade. Que tenhamos um ano com muitos latidos e uivos.

O ano solidário, tolerante, honesto e leal
O ano solidário, tolerante, honesto e leal

O Carnaval de Simon Bolivar.

No carnaval colombiano de 1966 construíram um carro alegórico em honra de Simon Bolivar na cidade de Pasto. O desfile desse carro fracassou devido à ação de um grupo de estudantes universitários que faziam parte de uma célula guerrilheira esquerdista. Naquele ano era um paradoxo pois a polícia tudo fizera para que o desfile ocorresse para guardar a memória do "Libertador", tal como a recorda a história oficial do país. Em verdade, o paradoxo é muito maior, atinge a todos os esquerdistas de nosso continente que idolatram a figura de Bolivar.
Há um artigo, escrito por Karl Marx em 1863, sobre o "Libertador", para "The New American Cyclopaedia", em que chama Simon Bolivar de covarde. Se o "deus" dos esquerdistas destrata o "Libertador", como podem entroná-lo? Qual o mistério que levou os esquerdistas sul americanos a adorarem Simon Bolivar?
Tudo fica ainda mais confuso quando se conhece que o principal historiador colombiano José Rafael Sañudo, que não era um detrator de Bolívar, revela que Bolívar "era um péssimo estrategista que em seu desejo de conquistar o sul, não só perdeu a batalha de Bomboná, como foi humilhado sem nem mesmo se dar conta". Há histórias ainda mais vergonhosas das atitudes de Bolívar. Ele determinou que Sucre massacrasse centenas de pessoas da cidade de Pasto e raptou Chepita Santacruz, uma menina de treze anos que foi "usada" na mesma hora e por seis dias seguintes, até chegar a Quito. Só então foi devolvida a seu pai em Pasto.

O ano solidário, tolerante, honesto e leal

As emoções sempre influenciam nossas decisões.

Constantemente acreditamos que a melhor forma de tomar uma decisão é ser o mais racional que possamos: fazer uma lista de prós e contras, sopesar detidamente, não deixar que as emoções cruzem nesse processo. Na realidade, se só usássemos a razão, seríamos incapazes de tomar qualquer decisão.
A experiência de Tammy Miers ilustra a importância das emoções. Essa jovem engenheira sofreu um acidente de moto que afetou seu córtex orbitofrontal , justo em cima do globo ocular, que é a região do cérebro que analisa as emoções. A lesão a deixou em um estado de indecisão permanente.
O problema não é de lógica quando tomamos uma decisão e sim que seu cérebro não sabe ler os sinais de seu corpo. Quer dizer, seu coração não acelerará, não se alterarão seus hormônios e nem se abrirão suas glândulas sudoríparas.
Em nossa história, inventaram que o cérebro pilota nosso corpo de cima para baixo. É um grave equívoco. O cérebro está em comunicação constante com o corpo. Os sinais físicos do corpo dão ao cérebro um resumo rápido do que está ocorrendo e o que se pode fazer. Na maioria das situações há demasiados detalhes para se chegar a uma solução somente baseada na lógica. Por exemplo, quando um pit bull late para nós, não nos detemos a examinar detidamente a situação. Em verdade o que ocorre é que nosso coração dispara, os músculos tencionam, as pupilas dilatam....Tudo isso serve para que o cérebro saiba se estamos a salvos ou não e possa tomar uma decisão correspondente. No geral, as decisões e as emoções são mais sutis, mas estão igualmente presentes em todas as nossas decisões. Nunca vivemos sob o reinado da lógica. Jamais estaremos.



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