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Campo Grande, Sexta-feira, 23 de Junho de 2017

20/01/2017 17:02

Após queda de 15% em 2016, sindicato espera aumento no volume de aluguéis

Ricardo Campos Jr.
Entre dezembro e fevereiro, senhorios aproveitam para ocupar imóveis (Foto: Alcides Neto)Entre dezembro e fevereiro, senhorios aproveitam para ocupar imóveis (Foto: Alcides Neto)

Depois de fechar 2016 com uma queda de 15% no volume de negócios fechados, corretores e donos de imóveis de aluguel estão otimistas para este ano e aproveitam o período com maior procura de locatários para ocupar as propriedades. É o que afirma o presidente do Secovi (Sindicato da Habitação de Mato Grosso do Sul), Marcos Augusto Netto.

Segundo ele, entre dezembro e fevereiro o movimento no setor aumenta, época que na área é conhecida como “safra”. “Quem tem imóvel parado, é um bom momento”, afirma.

É geralmente nessa época, por exemplo, que as famílias que migram de outras cidades aproveitam para fazer a mudança por ocasião das férias dos filhos ou que os universitários de fora, aprovados para alguma instituição da cidade, procuram um lugar para ficar durante a faculdade.

“Aumenta muito o movimento no setor de aluguel. É um evento típico”, esclarece. Netto diz que os preços dos aluguéis mantiveram-se estáveis. Não há como fazer uma média porque os valores geralmente são negociáveis e variam conforme a região e tamanho da residência.

Porém, ele adianta que as casas e apartamentos que saem de R$ 800 a R$ 1 mil por mês são as que se ocupam mais facilmente.

Ele aconselha os proprietários que não conseguiram ocupar casas ou apartamentos para buscarem orientação de corretores especializados nesse tipo de negócio.

“Se ele quer fazer negócio, procura quem é do ramo. A pessoa vai dar dicas e estudar o caso. Às vezes a pessoa fica com o imóvel ano inteiro parado porque ele quer alugar por um valor específico e não sabe que no entorno, a média de preços está menor. Imóvel é como táxi: só dá lucro se estiver rodando, senão gera despesa”, afirma.

Netto explica que o setor de aluguéis para uso comercial foi bastante afetado pela crise ano passado. Porém, segundo ele, tanto nesse como no ramo residencial, o ramo começou com boa perspectiva.

Ainda não há dados consolidados sobre ocupação de imóveis na Capital. Os números, segundo ele, só vão ser fechados ao fim de fevereiro.

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