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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

12/05/2011 17:15

Fisco retém 770 produtos comprados na internet, entre eles medicamentos

Marta Ferreira e Viviane Oliveira

Em 12 dias, 773 mercadorias apreendidas e recolhimento de ICMS de R$ 118 mil. São os primeiros resultados numéricos em Mato Grosso do Sul da mudança na cobrança de imposto sobre as vendas on-line, que agora devem recolher o tributo tanto para o Estado de origem quanto para o de destino. Entre os produtos parados, há até medicamentos para quimioterapia, segundo afirmou na tribuna da Assembleia Legislativa o deputado Antônio Carlos Arroyo (PR).

O deputado apresentou indicação pedindo providências para a liberação dos medicamentos com urgência, e argumento que são remédios isentos de tributação.

O secretário de Fazenda, Mário Sérgio Lorenzetto, informou ao Campo Grande News que de fato houve a retenção de uma entrega, que envolvia outros medicamentos não isentos de tributo. Segundo ele, a liberação ocorreu no mesmo dia.

Os dados informados pelo secretário indicam que, desde o primeiro de maio, quando a medida começou a valer, a cada dia são feitas de 64 apreensões de produtos comprados na internet e que chegam ao estado sem atender o protocolo firmado entre 19 estados determinando o pagamento do ICMS para os dois estados envolvidos na transação.

A Secretaria de Fazenda faz a conferência nas transportadoras e mantém, nos Correios, uma unidade fiscal só para cuidar das encomendas vindas de outros estados.

Produtos comprados na internet estão parados em transportadora, à espera do recolhimento de ICMS para Mato Grosso do Sul.Produtos comprados na internet estão parados em transportadora, à espera do recolhimento de ICMS para Mato Grosso do Sul.

Parado- Para o consumidor e para as empresas que fazem a entrega dos produtos, a nova regra está significando transtorno, pois os produtos ficam retidos até que se resolva o pagamento do tributo para Mato Grosso do Sul.

Em apenas uma transportadora, a Mira, uma das maiores do setor, há 700 entregas por fazer, segundo informou o gerente, João Carlos de Souza.

Ele tem três carretas lotadas de produtos paradas, além de uma quantidade de mercadorias no pátio da empresa, aguardando o recolhimento do tributo. “Por causa disso, ficamos prejudicados, pois os caminhões ficam parados, tomando espaço, e os clientes aguardando suas compras”.

O reflexo disso, além do espaço ocupado o dia todo, é o telefone que não para de tocar, como relatou uma funcionária de outra transportadora, a Bras Press, onde há mais de 50 entregas esperando o recolhimento de ICMS.

Os produtos a serem entregues revelam porque a venda na internet tomou proporções consideradas prejudiciais ao comércio local. Há brinquedos, itens de informática, geladeira, freezer, computadores, móveis embalados e até churrasqueiras embalados para serem entregues aos compradores.

Pode ir ao Procon-Antes, nada disso pagava tributo para Mato Grosso do Sul. Pela regra, quem deve pagar é o fornecedor, mas se o cliente tiver pressa da entrega, pode providenciar o pagamento e depois cobrar o ressarcimento da empresa, segundo informou o superintendente do Procon em Campo Grande, Lamartine Ribeiro.

De acordo com ele,o órgão está recebendo muitas consultas de consumidores querendo saber o que fazer em relação à demora nas entregas. A orientação é o cliente cobre da empresa fornecedora o pagamento do tributo. Se o fizer, tem direito de solicitar o ressarcimento que, segundo Lamartine, deve ser feito em dobro, por se tratar de pagamento indevido. “Os preços dos produtos já consideram o ICMS. Quem deve recolher ao estado é o fornecedor e não o consumidor”, afirma.

Os estados onde ficam os maiores sites de venda na internet não aderiram ao protocolo, entre eles São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. As grandes lojas, por sua vez, estão indo à Justiça para derrubar a medida. O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul negou, na semana passada, pedido de liminar do Ponto Frio contra a cobrança do ICMS nas vendas on-line. Outras ações, inclusive fora do Estado, estão sendo analisadas.

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Indubitavelmente! pagariamos com prazer os impostos se fossem justos e tivessemos retorno porem o Governo sedento por dinheiro oque faz!!!o asfaltamento da Av: afonso pena custou 8 milhoes de Reais ou seja 1 milhao de real por quilometro,100 mil reais cada 100 metros!!!!!!!!
Moro na av:Bandeirantes a qual o asfalto é todo remendado fora a fora!!!tudo isso é uma vergonha!!!
Proteste!!!!!!
 
Danilo Silva freire em 24/02/2012 09:02:39
Eu comprei um DVD pela internet,e eu pensei que ia chegar em casa Sexta feira,mais agora jah sei aonde esta.Essa foi a Ultima vez que compro.Agora só vou no Shopping China,será que pode colocar imposto lá? bem....acho que nao.
 
Daniel Fere em 13/05/2011 12:51:21
Vou mudar daqui!!! Vou pro Paraguai...... pelo menos la é mais justo!
 
Gilberto de Castro em 13/05/2011 11:45:35
Caro Douglas,

Só p/ lembrar, trabalhamos os 3 primeiros meses do ano só para pagar a alta carga tributária que nos é imposta pelos governos federal, estadual e municipal. E o que recebemos de volta? Caos na saúde, escolas públicas precárias, segurança idem, sem falar em infraestrutura: a buraqueira pelas ruas, deficit de transporte público, etc. Fora a roubalheira, a corrupção que corre solta em todos os escalões do poder público que é uma torneira aberta por onde escorre boa parte das receitas do governo - entenda-se como receitas, os impostos pagos por mim, por você e milhares de cidadãos de bem. Por isso não acho justo que caia mais uma vez sob a nossa cabeça ( e bolso), a "fome" insaciável do governo em aumentar a arrecadação de impostos.
 
Claudia Silva em 13/05/2011 11:20:14
ISSO É ROUBO, PORQUE AS IMPRESAS JA RECOLHEM 17% NA SAÍDA DE ORIGEM , E AQUI COBRAM MAIS 10%. ENTÃO PAGAMOS 27%.
 
MARCOS ROBERTO WELTER em 13/05/2011 10:52:56
Engraçado é que o governo não quer que compremos coisas no Paraguay mas fica taxando duplamente os produtos que são daqui.

Vai entender.
 
João Ricardo em 13/05/2011 10:48:10
Então até medicamentos está retido por falta de pagamento de ICMS?
Medicamento deveria ser livres de ICMS. Alguns são necessários comprar via internet e nem encontramos no comércio.

Se um(a) paciente morrer por falta daquele medimento pq NÃO PAGOU O ICMS do mesmo, vai ser pior p/ o Estado q terá q pagar indenização aos familiares.

Pensem nisso senhores autoridades da Secretária da Fazenda. Melhor liberar o ICMS p/ medicamentos comprados pela internet do q o Estado pagar indenizações milionárias aos familiares, não é?




 
Jair Clementino Filho em 13/05/2011 10:39:06
Vamos ajudar o Paraguai. MS não precisa de arecadação, a arrecadação vai para comprar fazendas heimmmmmmmmmmmmmm.
 
JOÃO ROBERLEI RONDINA em 13/05/2011 10:37:15
Queremos PREÇO JUSTOOO!!!
 
Lucas Gonçalves em 13/05/2011 10:27:47
Já bati nessa tecla também. O comércio aqui é deficiente em produtos eletrônicos e de informática. Não se acha quase nada. As grandes lojas aqui, responsáveis por esses produtos, vendem pela internet. O que elas podem fazer? Fechar os departamentos, demitir e vender só eletrônicamente.
E por curiosidade, em 12 dias = R$ 120.000,00 de ICMS. Vamos supor que arrecade R$ 500.000,00 mensais e em dezembro, por ocasião do natal, esse valor quadruplique. Assim o Estado arrecadaria +/- R$ 7,5 milhões por ano?. Muito inferior aos R$ 44 milhões previstos pelo senhor Secretário de Fazenda. Sem contar que o comércio será fomentado, porém não o local, mas aquele logo ali, do outro lado da fronteira....
 
Daniel Silva em 13/05/2011 10:02:47
Todo mundo reclama do comercio daqui,mas vive aqui ganha aqui para comprar e usufluir de coisas de fora ,algumas pessoas ainda não se atentarão que temos que dar valor para o nosso comercio,exemplo:as frequentes idas ao paraguay para comprar pneus,vão ate lá porque o preço e a metade ,já imaginou se as empresas fecharem aqui e vc tiver que ir ate la para comprar um so pneu quando acontecer de estourar um,porque as empresas daqui so ficam com a micharia e ainda vende em 10x no cartão,la é avista .
todas essas diferenças existe custo mais acho q ninguem nota ,meu ramo é papelaria,vim para C.Grande a 10 anos,imagina isso,preço da cartolina no paraguay,0.20
centavos avista nao passa cartão,Aqui custa 0.35 c.nossa q caro quase o dobro,passa o cartão no credito pra mim por favor,custo da operação 0.29centavos legal né e a culpa e do comercio que é fraco rsrsrs,não sou afavor de + imposto,mas esse veio para tentar ajudar o comercio local que muitos dizem que é uma #@$*8 para q fique parecido com os preços daqui talves assim o nosso comercio consiga sair da lama, que tem movimento só 10 dias por mes,e lembre-se só com as sobras do paraguay e internet,para vc que reclama, com oque vc contribuiu hoje para o comercio da sua cidade melhorar?Comprou um 1R$ e pagou no cartão,quem não ajuda não pode reclamar.
 
Douglas Batista em 13/05/2011 09:46:29
Eu já compro pela net, pq não tempo de ficar indo em loja etc..., tennis, ferramenta de trabalho, até meso roupa, isso é tecnologia as lojas do MS tem q se adaptar a isso, só compro pela net, estou com 2 produto parado no fisco, até agora ninguém me passou o que devo fazer, estão conseguindo deixar o Mato Grosso do Sul o pior estado para viver.
 
Pedro Tomazi em 13/05/2011 09:34:43
Eu continuo comprando pela internet, mesmo com o roubo do ICMS, muitas mercadorias ainda continua sendo mais barata. Os lucros dos comerciantes são muito alto e gostam de culpar o governo.
 
Luiz Carlos em 13/05/2011 09:30:52
Tem que cobrar mesmo o imposto... Porque senao cobrar o dinheiro só fica no estado de origem e nosso estado nao recebe nada... Alem de fortalecer nosso comercio local...
 
Marco Antonio em 13/05/2011 08:40:09
Só ficar protestando aqui na internet não adianta em nada!

QUERO VER O POVO NA RUA FAZENDO PASSEATAS E RECLAMANDO DOS IMPOSTOS!

CADÊ OS PROTESTOS CONTRA IMPOSTOS????
 
Jose Otavio em 13/05/2011 08:32:33
O estado de MS esta brincando com coisa séria. O desembargador Arquilau Melo concedeu liminar no dia 04/05 ajuizado pelas lojas de comércio eletrônico Americanas.com, Submarino e Shoptime contra o Estado do Acre, processo mandado de segurança nº 0000903-51.2011.8.01.0000, contra a cobrança indevida, por parte do Estado, do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviço (ICMS). O parecer poderá ficar pior, pois o entendimento é que não existe justificativa legal para cobrança "é tudo balelá", estão rasgando a Constituição e o Codigo Tributário Nacional ou por incompetência na arrecadação, ou ganancia. Até porque a arrecadação aumenta e as obrigações com a SAÚDE, EDUCAÇÃO, SOCIAL, não aparece e a população continua a margem do descaso. Vamos acordar...

 
ADM. MS.c PAULO CEZAR SANTOS DO VALLE em 13/05/2011 08:26:02
O caso é facil de resolver, é so o GOVERNO diminuir os impostos pagos no nosso estado que fica tudo mais em conta e ninguem precisa ta comprando de outro estado, nao é bloqueando q se resolve, se ele quer mesmo ajudar o comercio do estado abaixo os imposto SR ANDRÉ.....
 
Rafael Martins em 13/05/2011 08:24:16
Concordo com todos os leitores.A esplanação da Vera Maria, está brilhante,pegou bem o foco da realidade.
Um exemplo de exploração realmente é o governo do MS,que arrecada muito bem e têm a PACHORRA,de dar R$21,00 de abono para o nível superior, que anos não sabe o que é um aumento salarial decente...
 
NEYDE DE OLIVEIRA em 13/05/2011 08:12:19
Engraçado. O ICMS é um tributo devido pelo empresário, ou quem pretende revender o produto adquirido. Alguém poderia questionar a legalidade do ato do nosso governador. Ele deveria cobrar a diferença de quem vendeu!
 
Carlos Alberto em 13/05/2011 07:56:08
VERGONHA! É isso que sinto por ser Sul-Matogrossense, o Estado mais atrasado do Brasil. Só arrecada, mas não nos mostra onde vai tanto dinheiro. Vereadores que recebem 60% de aumento no salário, claro que não vão contra a arrecadação, se esquecem que deveriam trabalhar para o Povo, pelo Povo, mas só querem dinheiro, e fazem de tudo, menos trabalhar para nós que pagamos seus salarios.
 
Cleber Gimenez em 13/05/2011 07:49:29
Esta é uma briga entre estados e assim deveria ser resolvida. O governo do estado de Mato Grosso do Sul deveria cobrar do governo do estado que vendeu a mercadoria. Más como aqui é diferente,preferem cobrar do vendedor ou do comprador. Lamentável e mais uma vez demonstra o quanto é útil o estado em nosso dia-a-dia. Quando votamos nestes politiqueiros que legislam em causa própria ou partidaria estamos alimentando cobras que depois podem nos picar.
 
MARCO COSTA em 13/05/2011 06:57:56
Agora já sei onde estão meus DVDs que comprei.... Que vergonha!!!! Mato Grosso do Sul está uma...
 
Rafael Pinheiro em 13/05/2011 05:33:25
Isso é uma palhaçadaaaaa..... Fiz uma compra em Dezembro pelo site, e fui receber minha mercadoria depois de 70 dias. Sabem por que? Por causa de uma nota fiscal eletrônica. Se compramos pela internet é porque queremos pagar um preço mais justo nas mercadorias. Um exeplo é um Ipad que podemos comprar nos EUA pelo site por menos de 500 dlls. Aqui no Brasil, pagamos 4 vezes o valor a mais, enquanto os políticos, vão nos EUA de férias comprar um Ipad pra eles. Por que eles não compram no Brasil? São tantos impostos que não tem mais fim... Precisamos nos unir minha gente, pra acabar com isso. Depois querem que acabem com a pirataria. Como sempre diz Bóris Casoy: "Isso é uma vergonhaaaaaa...."
 
Gleidson Rodrigues em 12/05/2011 11:57:02
Concordo com você Tiago, aqui neste Estado não se encontra nada para se comprar, o comércio é completamente rural. Encontramos tudo que precisamos na internet, é a salvação. Agora esse governo querer continuar a manter-nos no isolamento, é atraso demais. Porque o Brasil tem que continuar nos moldes do antigo ministro Delfin. Porque não usar o método de cobrança de imposto federal único e menor. Faz-se dois pagamentos vinculados; um para a mercadoria e outro para o imposto único. Não haveria sonegação e não haveria "guerra fiscal". Cada estado seria creditado no ato do depósito do imposto. Afinal estamos em plena era da informática. Moderniza Brasil.
 
Gilberto Ozuna em 12/05/2011 11:24:58
E o pior de tudo isto é que se pelo menos utilizassem esses impostos em prol da propulação, mas não; vai quase tudo em desvio, e a justiça nunca faz voltar para os cofres publicos, A gente elege esses canceres só para entubar o povo.
 
gildasio silva em 12/05/2011 11:16:09
Concordo com o Tiago. O comércio aqui é muito deficiente. Procuro amortecedor para a minha moto a mais de um mês, nem as autorizadas têm. Só encontro em São Paulo. Falta muito para o comércio daqui querer equiparação com o resto do país.
 
Miguel Carneiro em 12/05/2011 09:49:12
Querem que sejamos competitivos com outros países, eu pergunto: como, com relação de tributos assim? Veja, são 83:

Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante – AFRMM - Lei 10.893/2004
Contribuição à Direção de Portos e Costas (DPC) - Lei 5.461/1968
Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT - Lei 10.168/2000
Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), também chamado "Salário Educação" - Decreto 6.003/2006
Contribuição ao Funrural
Contribuição ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) - Lei 2.613/1955
Contribuição ao Seguro Acidente de Trabalho (SAT)
Contribuição ao Serviço Brasileiro de Apoio a Pequena Empresa (Sebrae) - Lei 8.029/1990
Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Comercial (SENAC) - Decreto-Lei 8.621/1946
Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado dos Transportes (SENAT) - Lei 8.706/1993
Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (SENAI) - Lei 4.048/1942
Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Rural (SENAR) - Lei 8.315/1991
Contribuição ao Serviço Social da Indústria (SESI) - Lei 9.403/1946
Contribuição ao Serviço Social do Comércio (SESC) - Lei 9.853/1946
Contribuição ao Serviço Social do Cooperativismo (SESCOOP) - art. 9, I, da MP 1.715-2/1998
Contribuição ao Serviço Social dos Transportes (SEST) - Lei 8.706/1993
Contribuição Confederativa Laboral (dos empregados)
Contribuição Confederativa Patronal (das empresas)
Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico – CIDE Combustíveis - Lei 10.336/2001
Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico – CIDE Remessas Exterior - Lei 10.168/2000
Contribuição para a Assistência Social e Educacional aos Atletas Profissionais - FAAP - Decreto 6.297/2007
Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública - Emenda Constitucional 39/2002
Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional – CONDECINE - art. 32 da Medida Provisória 2228-1/2001 e Lei 10.454/2002
Contribuição para o Fomento da Radiodifusão Pública - art. 32 da Lei 11.652/2008.
Contribuição Sindical Laboral (não se confunde com a Contribuição Confederativa Laboral, vide comentários sobre a Contribuição Sindical Patronal)
Contribuição Sindical Patronal (não se confunde com a Contribuição Confederativa Patronal, já que a Contribuição Sindical Patronal é obrigatória, pelo artigo 578 da CLT, e a Confederativa foi instituída pelo art. 8, inciso IV, da Constituição Federal e é obrigatória em função da assembléia do Sindicato que a instituir para seus associados, independentemente da contribuição prevista na CLT)
Contribuição Social Adicional para Reposição das Perdas Inflacionárias do FGTS - Lei Complementar 110/2001
Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS)
Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)
Contribuições aos Órgãos de Fiscalização Profissional (OAB, CRC, CREA, CRECI, CORE, etc.)
Contribuições de Melhoria: asfalto, calçamento, esgoto, rede de água, rede de esgoto, etc.
Fundo Aeroviário (FAER) - Decreto Lei 1.305/1974
Fundo de Combate à Pobreza - art. 82 da EC 31/2000
Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (FISTEL) - Lei 5.070/1966 com novas disposições da Lei 9.472/1997
Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS)
Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST) - art. 6 da Lei 9.998/2000
Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização (Fundaf) - art.6 do Decreto-Lei 1.437/1975 e art. 10 da IN SRF 180/2002
Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel) - Lei 10.052/2000
Imposto s/Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)
Imposto sobre a Exportação (IE)
Imposto sobre a Importação (II)
Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)
Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU)
Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR)
Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR - pessoa física e jurídica)
Imposto sobre Operações de Crédito (IOF)
Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS)
Imposto sobre Transmissão Bens Inter-Vivos (ITBI)
Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD)
INSS Autônomos e Empresários
INSS Empregados
INSS Patronal
IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados)
Programa de Integração Social (PIS) e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP)
Taxa de Autorização do Trabalho Estrangeiro
Taxa de Avaliação in loco das Instituições de Educação e Cursos de Graduação - Lei 10.870/2004
Taxa de Classificação, Inspeção e Fiscalização de produtos animais e vegetais ou de consumo nas atividades agropecuárias - Decreto-Lei 1.899/1981
Taxa de Coleta de Lixo
Taxa de Combate a Incêndios
Taxa de Conservação e Limpeza Pública
Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental – TCFA - Lei 10.165/2000
Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos - Lei 10.357/2001, art. 16
Taxa de Emissão de Documentos (níveis municipais, estaduais e federais)
Taxa de Fiscalização da Aviação Civil - TFAC - Lei 11.292/2006
Taxa de Fiscalização da Agência Nacional de Águas – ANA - art. 13 e 14 da MP 437/2008
Taxa de Fiscalização CVM (Comissão de Valores Mobiliários) - Lei 7.940/1989
Taxa de Fiscalização de Sorteios, Brindes ou Concursos - art. 50 da MP 2.158-35/2001
Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária Lei 9.782/1999, art. 23
Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Exército Brasileiro - TFPC - Lei 10.834/2003
Taxa de Fiscalização dos Mercados de Seguro e Resseguro, de Capitalização e de Previdência Complementar Aberta - art. 48 a 59 da Lei 12.249/2010
Taxa de Licenciamento Anual de Veículo
Taxa de Licenciamento, Controle e Fiscalização de Materiais Nucleares e Radioativos e suas instalações - Lei 9.765/1998
Taxa de Licenciamento para Funcionamento e Alvará Municipal
Taxa de Pesquisa Mineral DNPM - Portaria Ministerial 503/1999
Taxa de Serviços Administrativos – TSA – Zona Franca de Manaus - Lei 9.960/2000
Taxa de Serviços Metrológicos - art. 11 da Lei 9.933/1999
Taxas ao Conselho Nacional de Petróleo (CNP)
Taxa de Outorga e Fiscalização - Energia Elétrica - art. 11, inciso I, e artigos 12 e 13, da Lei 9.427/1996
Taxa de Outorga - Rádios Comunitárias - art. 24 da Lei 9.612/1998 e nos art. 7 e 42 do Decreto 2.615/1998
Taxa de Outorga - Serviços de Transportes Terrestres e Aquaviários - art. 77, incisos II e III, a art. 97, IV, da Lei 10.233/2001
Taxas de Saúde Suplementar - ANS - Lei 9.961/2000, art. 18
Taxa de Utilização do SISCOMEX - art. 13 da IN 680/2006.
Taxa de Utilização do MERCANTE - Decreto 5.324/2004
Taxas do Registro do Comércio (Juntas Comerciais)
Taxa Processual Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE - Lei 9.718/1998

fonte: portaltributario.com.br
 
Carlos Dias em 12/05/2011 09:34:36
No comércio local não encontramos muitas mercadorias e quando há é extremamente mais caro. Podem me cobrar o ICMS que ainda assim continuo a comprar de internet que muito mais baroto e tem variedade.
Comprei um livro recentemente de 142,00 + frete de 13,00 na internet sai por 211,00 + busão de 5,00 no shopping. Quem jogaria 61 no lixo?
 
Eduardo Bernardo Aguiar em 12/05/2011 09:23:34
Dia desses fui procurar um produto na internet. O preço dele era em torno de 800 reais. Em quase todos os sites o preço era esse. As lojas eram em SC, RJ, SP, MG e ES. Muito bem, antes de comprar resolvi pesquisar os preços em nossa capital. Se o preço fosse bom, ainda que um pouco maior, compraria aqui, até mesmo para prestigiar o comércio local. Qual não foi minha surpresa ao ouvir o preço que, pasmem, era 50% maior, totalizando 1200 reais, um completo absurdo! Lógico que eu comprei o produto de outro estado. E não venha com essa de que o produto é fabricado lá e por isso é mais barato. Não. A fábrica está localizada em SP, a compra foi feita em SC e o preço nos dois estados era exatamente o mesmo.
Pensa comigo, se SC resolvesse cobrar mais de ICMS acabaria por inviabilizar a localização do site em seu estado. Dessa forma, perderia o ICMS gerado por ele.
Mantendo um ICMS adequado, o estado possibilita que as empresas ali localizadas concorram, em pé de igualdade, com outras do resto país nas vendas virtuais.
 
Carlos Dias em 12/05/2011 09:21:22
É uma vergonha, aqui no Brasil cobra-se todo tipo de imposto e nós brasileiros aceitamos quietinhos sem fazer nada, até quando vamos aceitar !!!
 
Paulo Henrique em 12/05/2011 09:20:45
mato grosso do sul esta fcando fim da picado!

 
gilberto chiavelli em 12/05/2011 09:11:09
Esse estado é muito engraçado, a bancada de MS la me Brasilia querendo atrasa a reforma tributária por causa do gás natural que passa por aqui. E agora vem com essa, isso é uma palhaçada. E como Tiago disse, aqui nesse comércio não tem nada, se você quer alguma coisa melhor, e num preço mais competitivo, tem que comprar dos estados vizinhos, SP e PR, por que aqui além de não ter, é mais caro. O pior é que não não vejo retorno de tanto imposto arrecadado, um dos maior do pais.
 
Sérgio Martins em 12/05/2011 08:29:00
É muito simples resolver os problemas de compras pela internet. E só o Estado facilitar a vida do empresario local, dando lhe incentivos fiscais, de modo que ele possa baratear o seu produto. Mas, isso não se faz, pois a ganância é muito grande, a vontade de ganhar mais e mais é ilimitda, e, quem vai sair perdendo mais uma vez , é claro, SOMOS NÓS POBRES CONSUMIDORES MORTAIS, pois ELES, vão comprar diretamente lá no exterior. Será que pagam impostos sobre essas compras? è impressionante como se cobra imposto neste país. Tem um tênis que estou tentando comprar, lá nos Estados Unidos ele custa cerca de R$75,00, só que aqui no Brasil ele sai por uma bagatela de R$587,00. Aí eu pergunto, será que é necessário se pagar tudo isso de imposto? Aqui no Brasil, poderia ser possível produzir um tênis semelhante, mas os empresários desistem, pois a tributação é gigantesca. Até quando?
 
vera maria em 12/05/2011 07:55:23
O dinheiro recolhido com esses impostos certamente regarão os bolsos dos políticos sedentos por dinheiro. Se cada centavo fosse aplicado devidamente o Brasil e o MS seria um paraíso. Dê a César o que de César e a Deus o que é de Deus! Que Deus nos livre dos Publicanos famigerados....
 
José Ronaldo em 12/05/2011 06:49:01
Esse estado mato grosso do sul, só quer saber de ganhar dinheiro. o negocio é ir no shopping china que sai mais barato, comprei um computador nao tinha nessa capital campo grande, so no site, paguei o icms se tivesse colocado de gasolina dava para ir duas vezes comprar fora do estado. O comercio local aqui nao se encontra nada, como ele ta sendo prejudicado com as compras pela internet. Se pelo menos tivesse produto aqui, mais não tem. Esse governo so que dinheiro mesmo. vao ficar é no passado.
 
tiago souza em 12/05/2011 05:51:53
E o coitado aqui tem que ficar intermediando agora pra comprar? Vai ficar esse empurra-empurra até quando? Ou vocês resolvem o problema, ou não resolvem. Merchandising de "prever" recolhimento de 44 milhões é que não pode ocorrer, quem garante que chegará a isso?
 
Igor Padilha em 12/05/2011 05:48:29
Se o povo não se impor daqui uns dias vamos pagar imposto até pra respirar nesse Brasil.
 
Eduardo Angelo em 12/05/2011 05:45:15
É mais uma vez o consumidor sendo lesado pelo Estado. Na sua ganância por arrecadação, mais uma vez cria uma forma de tributar a população ao invés de criar melhores condições para os lojistas de nosso estado.
 
Carlos de Barros em 12/05/2011 05:32:28
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