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Para 65%, segunda onda da covid será mais forte que a primeira em MS

Maioria está pessimista em relação a chamada segunda onda de contaminação do coronavírus

Por Gabriel Neris | 30/11/2020 08:18
Passageiros ficam próximos uns aos outros enquanto aguardam chegada de ônibus (Foto: Paulo Francis)
Passageiros ficam próximos uns aos outros enquanto aguardam chegada de ônibus (Foto: Paulo Francis)

A segunda onda da covid-19 deixou Mato Grosso do Sul em alerta para o controle da doença. Por isso, o Campo Grande News quis saber sua opinião se está segunda onda será mais forte que a primeira.

A maioria, 65%, disse que o momento atual deve ser maior do que já enfrentamos durante a pandemia, enquanto 35% estão mais otimistas.

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Os comentários sobre a situação são diversos. Simone Kaspchach diz que ainda não entramos na segunda onda porque a primeira “não teve fim ainda”.

Não existe segunda onda. O que está acontecendo agora é que quem não pegou no início, fatalmente pegará ou agora ou daqui uns tempos, não sejamos inocentes. Cuidem do seu sistema imunológico, dá sua mente, previna-se e procure atendimento logo nos primeiros sintomas, se cuide”, diz Cristina Sorrilha.

Paulo Cesar Barbosa também avalia que não existe segunda onda. “As pessoas deixaram de fazer isolamento social, viagens, aglomerações e com isso mais pessoas contaminadas”, avalia.

Roseli Valter critica que na região central de Campo Grande tem aglomeração e prevê maior movimento durante o último mês do ano, principalmente no comércio. “Sai o décimo terceiro [salário] e o povo vai ficar tudo doido para fazer conta e ninguém respeita, não tão nem aí para a doença”.

No domingo (29) Mato Grosso do Sul chegou a 98.363 casos de covid-19 e 1.766 mortes relacionadas à doença. A taxa de letalidade é de 1,8%. Somente em Campo Grande são 45.163 casos confirmados e 1.766 óbitos.

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