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Para maioria que respondeu a enquete, emprego não garante estabilidade

Campo Grande News perguntou sobre a segurança financeira que o trabalho proporciona

Por Cassia Modena | 02/05/2026 10:24
Para maioria que respondeu a enquete, emprego não garante estabilidade
Frentista abastecendo motocicleta no Dia do Trabalhador, em Campo Grande (Foto: Juliano Almeida)

Do total de pessoas que responderam à enquete do Campo Grande News, "Emprego é certeza de estabilidade? Sim ou não?", 83% acreditam que não e 17% defendem que sim. A pergunta foi feita ontem (1º), feriado do Dia do Trabalhador.

RESUMO

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Pesquisa do Campo Grande News revelou que 83% dos participantes acreditam que emprego não garante estabilidade financeira. O índice de endividamento das famílias brasileiras atingiu 80,4% em março, recorde da série histórica da Peic. Para combater a inadimplência, o governo federal lançou o Desenrola 2.0, que permite renegociar dívidas com até 20% do FGTS. O salário mínimo subiu 6,7% em 2026, mas nem todos os trabalhadores tiveram reajuste real.

A enquete questionou sobre estabilidade financeira. Um dos fatores que pode indicar que ter a carteira assinada ou estar em um emprego informal não representa essa segurança, é que o índice de endividamento das famílias brasileiras chegou a 80,4% em março, o maior número da série histórica da Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor), da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).

Para conter outro problema, a inadimplência, o Governo Federal lançou o programa Desenrola 2.0, que permitirá renegociar dívidas usando até 20% do saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

De acordo com enquete anterior do jornal, os salários não acompanharam, na prática, o custo de vida nos últimos anos. O salário mínimo teve reajuste acima da inflação, com aumento de 6,7%, passando de R$ 1.518 para R$ 1.621 em 2026. Ainda assim, nem todos tiveram ganho real. Há categorias de trabalhadores sem reajuste salarial há anos, o que pressiona o orçamento e exige maior controle para manter as despesas em dia, reduzindo a margem para lazer, viagens e investimentos.

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