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Meio Ambiente

Pescador flagra sucuri gigante fazendo digestão às margens do Rio Dourado

Registro foi feito no final de semana e publicado nas redes sociais nesta segunda-feira (22)

Por Clara Farias | 23/06/2026 14:14

Sucuri, de aproximadamente 6 metros de comprimento, em processo de digestão foi flagrada às margens do Rio Dourado, a cerca de 250 quilômetros de Campo Grande, neste fim de semana. O registro foi feito pelo pescador Gustavo Silva, de 24 anos, e publicado nas redes sociais na segunda-feira (22). Em entrevista ao Campo Grande News, Gustavo contou que costuma frequentar a região e já avistou diversas serpentes no local, mas desta vez ficou impressionado com o tamanho do animal e com o volume da presa ingerida.

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Pescador flagra sucuri de cerca de 6 metros às margens do Rio Dourado, a 250 km de Campo Grande. Gustavo Silva, de 24 anos, filmou a serpente em processo de digestão, suspeita que havia engolido uma capivara. O animal ficou dias no local antes de desaparecer nas águas. O pescador destacou que sucuris são comuns na região e não representam risco quando não perturbadas.

Segundo ele, amigos haviam relatado a presença da sucuri próxima a um flutuante instalado no rio. Curioso, decidiu ir até o local para filmá-la. "Quando o sol bate no corpo molhado dela, dá para enxergar de longe. Muita gente que passou por lá conseguiu ver", relata.

Pela comparação com o próprio barco, que mede 5,5 metros, Gustavo acredita que a serpente tinha entre cinco e seis metros de comprimento. Ele suspeita que o animal havia acabado de se alimentar de uma capivara.  "A parte do meio estava muito inchada. Era mais larga que uma roda de caminhão. Pelo vídeo não dá para ter noção, mas pessoalmente impressionava bastante", afirma.

O pescador relata que a presença de sucuris é comum na região e reforça que os animais não costumam representar risco quando não são incomodados. "Tem muita sucuri por aqui. Elas ficam no canto delas e não fazem mal para ninguém. Sempre aparece alguém dizendo que tinha que matar, mas é um animal no habitat natural dele", comenta.

Gustavo acrescenta que a serpente permaneceu por vários dias no mesmo ponto, provavelmente enquanto fazia a digestão da presa. Depois, desapareceu nas águas do rio.

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