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Você concorda com a ordem para retirada de bancas do jogo do bicho?

Operação foi deflagrada em setembro e Polícia Civil determinou recolhimento de locais de aposta

Por Gabriel Neris | 27/11/2020 08:20
Banca de jogo lacrada no dia da Operação Black Cat, deflagrada pelo Garras em setembro (Foto: Paulo Francis/Arquivo)
Banca de jogo lacrada no dia da Operação Black Cat, deflagrada pelo Garras em setembro (Foto: Paulo Francis/Arquivo)

A Polícia Civil pediu e a Prefeitura de Campo Grande determinou que sejam retiradas das calçadas mais de 100 bancas do jogo do bicho, identificadas durante a Operação Black Cat, que foi às ruas em setembro.

O Campo Grande News quer saber nesta sexta-feira se você concorda com a ordem de retirada das bancas das calçadas? Participe da enquete.

O Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco e Resgate a Assaltos e Sequestros) encaminhou a lista a Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Gestão Urbana). No dia 23 de setembro, 30 apontadores foram levados à delegacia, assinaram TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência) e foram liberados.

Um mês depois da operação, foi constatado que os apontadores se adaptaram a situação e se tornaram “ambulantes”, circulando para atender a clientela.

A operação foi 4ª fase da Operação Omertà, deflagrada há um ano contra milícia armada cujo chefe, segundo a acusação, é o empresário Jamil Name. A ele também tinha sido atribuída o comando da exploração do jogo do bicho. Jamil Name está preso desde 27 de setembro do ano passado.

Recentes investigações mostram que grupo do Rio de Janeiro está assumindo o negócio ilegal, começando por Aquidauana e São Gabriel do Oeste, operadas pela banca "Gato Preto" .

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