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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

13/01/2010 16:56

Capital recebeu só R$ 6 por habitante para cultura

Redação

O eixo Rio-São Paulo continua concentrando os maiores repasses do Minc (Ministério da Cultura) e Mato Grosso do Sul fica com uma quantidade menor de recursos.

Enquanto no Rio de Janeiro a relação verba/população foi R$ 26,00 em 2009, Campo Grande recebeu apenas R$ 6,00 por habitante, segundo a Folha de São Paulo.

No mesmo período, São Paulo recebeu R$ 15,40 por habitante e Salvador teve repasse de R$ 8,30 na mesma comparação.

A produtora cultural Lu Bigatão, que tem 23 anos de carreira, avalia que os recursos são escassos diante da necessidade do setor em Mato Grosso do Sul, mas que a situação era pior antes da iniciativa do Minc de regionalizar os repasses.

Ela explica que o setor áudio-visual do estado é o que encontra mais dificuldade de conseguir o patrocínio do Ministério por conta da concorrência com Brasília (DF). "A disputa é com todo o Centro-Oeste", afirma.

Para Lu Bigatão, o ideal seria que as empresas públicas e privadas também regionalizassem os investimentos culturais.

A cultura é dependente de investimentos externos, sejam públicos ou privados. No caso dos espetáculos teatrais ou de dança, a venda de ingressos, mesmo com lotação máxima, não paga os custos com aluguel, iluminação e artistas, entre outros.

Para o músico Márcio de Camillo, que é um dos representantes do estado na Câmara Setorial de Música, artistas e produtores sul-mato-grossenses esbarram na falta de dinheiro porque são poucas as empresas locais com condições de patrocinar o setor. "Mato Grosso do Sul é um estado em desenvolvimento", afirma.

Márcio de Camillo acredita ainda que falta interlocução entre o governo federal e a classe política de Mato Grosso do Sul para a vinda de mais recursos para o setor.

O ator e diretor de teatro Vitor Hugo Samudio, do Mercado Cênico, diz que os recursos que chegam a Mato Grosso do Sul são escassos, mas que parte da culpa é dos próprios artistas e produtores que quase não mandam projetos para Brasília.

"Essa visão romântica não funciona.

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