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Campo Grande, Quinta-feira, 15 de Novembro de 2018

11/04/2018 17:19

Corrida e Caminhada Sangue Bom acontece no próximo domingo na Capital

Inscrições seguem abertas e terminam na próxima sexta-feira. Participação deve ser confirmada na rua Antônio Maria Coelho, 2.016

Gabriel Neris

Está marcada para o próximo domingo (15), em Campo Grande, a terceira edição da Corrida e Caminhada Sangue Bom. A prova será realizada pelo ISB (Instituto Sangue Bom) e tem como objetivo conscientizar a população para a importância da doação de sangue, cadastro e recadastramento de medula óssea e de órgãos. 

A largada será em frente ao Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, às 8h. A concentração está marcada para uma hora antes.

De acordo com a organização, o período de inscrições segue aberto e termina na próxima sexta-feira. A participação deve ser confirmada na rua Antônio Maria Coelho, 2.016. Os kits serão entregues na sexta-feira, no mesmo endereço, das 8h às 18h, e no sábado, das 8h ao meio-dia.

A terceira edição da prova contará com a participação de Rodrigo Cristiano Machado, nadador tranplantado de medula óssea, medalhista em diversas categorias no último World Transplant Games, realizado em Málaga, na Espanha, em junho do ano passado.

Ele foi medalhista de ouro nos 100 metros livre e prata em mais três provas: 50 e 100 metros costas e 200 metros livre. Rodrigo também garantiu o ouro nos 200 metros medley, com direito a quebra de recorde mundial na categoria.

Carlos Alberto Rezende, o professor Carlão, presidente do ISB, acredita que a corrida será de extrema importância para inspirar a solidariedade. Ele é transplantado de medula óssea.

“O Instituto Sangue Bom está completando um ano de ações e estou prestes a completar um ano e meio de transplante. OIB tem realizado várias atividades com o intuito de estimular e fidelizar na sociedade o gesto solidário da doação de sangue, medula e órgãos. A corrida está na terceira edição, cumprindo o seu papel de incentivar a solidariedade e a prática esportiva como forma de garantir uma vida mais saudável, inclusive para o transplantado”, disse.

O professor lembra que as chances de achar um doador de medula óssea compatível não é fácil. “O transplante de medula óssea, que pode tratar cerca de 80 doenças diferentes, em qualquer estágio e faixa etária, é muito difícil de ser realizado por conta da probabilidade: as chances de achar um doador compatível é de 1 a cada 100 mil, sendo que somente 25% encontram um doador ideal, o que deixa um número expressivo de 75% de pacientes em busca de doadores alternativos. Essa busca pode ser feita através de voluntários, bancos públicos de sangue, cordão umbilical ou familiares parcialmente compatíveis”, diz.



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