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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

14/07/2014 09:03

Felipão deixa comando da seleção; Mourinho e Guardiola são cotados

Ludyney Moura
Felipão e seu staff não suportaram o vexame na reta final da Copa, e deixaram a seleção. (Foto:Ricardo Stuckert / CBF) Felipão e seu staff não suportaram o vexame na reta final da Copa, e deixaram a seleção. (Foto:Ricardo Stuckert / CBF)

O vexame na reta final da Copa do Mundo foi suficiente para a saída de Luiz Felipe Scolari do comando da seleção brasileira. No início da manhã desta segunda-feira (12), os principais jornais do país dão como certa a demissão de Felipão. A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) ainda não confirmou a informação.

De acordo com o jornal Folha de São Paulo, a confirmação foi feita pelo vice-presidente eleito da CBF, Delfim Peixoto, presidente da federação catarinense de futebol. "Após do jogo Marin e Del Nero tomaram a decisão. Não houve um anúncio formal para as federações, mas os presidentes já sabem", disse o cartola ao diário.

A saída de Felipão é acompanhada também por seu staff à frente da seleção. Deixam os cargos o coordenador técnico, Carlos Alberto Parreira, o auxiliar Flávio Murtosa, o treinador de goleiros Carlos Pracidelli e o preparador físico Anselmo Sbragia. A informação foi dada logo no início da madrugada pelo canal de esportes do portal da Rede Globo.

Após a derrota para Holanda, no sábado (12), o treinador já havia adiantado que seu compromisso com a seleção era apenas até o final da Copa do Mundo, que desse ponto em diante a decisão estava nas mãos do presidente da CBF, José Maria Marin, e de seu vice direto, Marco Polo Del Nero.

A entidade máxima do futebol brasileiro comunicou que fará um pronunciamento oficial ainda hoje sobre o caso. A permanência de Felipão se tornou insustentável com a pior derrota da história da seleção, 0 7x1 para Alemanha na semi-final da Copa do Mundo, e não menos humilhante derrota de 3x0 para Holanda, na disputa pelo terceiro lugar.

Com a saída do treinador, os principais jornais do país apostam em um substituto europeu. Os mais cotados são o português José Mourinho, que hoje comanda o Chelsea (ING), e o espanhol Pep Guardiola, do Bayer de Munique (ALE). O ex-técnico do Corinthians, Tite, atualmente sem emprego, corre por fora entre os cotados.

Um entrava na contratação dos europeus deixa o cenário nebuloso para a CBF. Enquanto Scolari recebia um salário mensal de aproximadamente R$ 1 milhão, a remuneração de Mourinho na Inglaterra chega a R$ 2,5 milhões por mês, enquanto Guardiola recebe por ano do clube alemão R$ 51 milhões, ou R$ 4,2 milhões por mês.



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