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Campo Grande, Domingo, 10 de Dezembro de 2017

04/09/2013 20:46

Hernane faz dois e Flamengo supera o Vitória

Vinícius Squinelo

No duelo rubro-negro à beira da crise, deu Flamengo. E com sobras, apesar do susto nos acréscimos. Sob chuva constante no Maracanã, o time carioca interrompeu a péssima fase no Campeonato Brasileiro e derrotou o Vitória por 2 a 1, graças a dois gols de Hernane no primeiro tempo, na noite desta quarta-feira - o lateral Juan descontou. O jogo marcou a estreia, sem sucesso, do técnico Ney Franco no Leão, esforçado, porém apático em campo.

Ainda que tenha se classificado para as quartas de final da Copa do Brasil neste meio tempo, superando o Cruzeiro por 1 a 0, fazia quatro rodadas que o clube não saía vitorioso. A zona de rebaixamento se aproximava perigosamente. Agora, um salto provisório para a 12ª posição, com 22 pontos. Os baianos estão à frente, no décimo lugar, com a mesma pontuação. O estádio recebeu 10.312 pagantes (12.616 presentes) para renda de R$ 413.625,00.

O Flamengo precisava deixar para trás a qualquer custo a goleada sofrida para o Corinthians, na última rodada. E não perdeu tempo. Para evitar uma pressão maior da torcida, partiu para o ataque, mas errava ao se aproximar da área. O Vitória, por sua vez, mesmo também em busca de apagar a má sequência, ficou retraído, mas assustou nos contragolpes puxados por Renato Cajá, Luiz Alberto e Maxi. Até cerca de metade da etapa as chances foram iguais.

Principal destaque do time da casa, Elias viu suas aparições como elemento surpresa não surtirem efeito: foram três impedimentos. No entanto, não se pode reclamar do volante, que foi o responsável pelo passe certeiro para Hernane abrir o placar, em toque de categoria, no ângulo, na saída de Wilson. A desvantagem fez o Leão se adiantar um pouco, mas não o suficiente para tirar o sono do goleiro Felipe, embora tenha até arriscado mais a gol: 8 a 6.

Quando o árbitro já apontava o minuto de acréscimo, o Brocador voltou a marcar presença ao subir sozinho para cabecear a bola para baixo e tirar a chance de defesa, aos 43. O intervalo veio e não serviu para mudar o panorama.

Pouco efetivo, o Vitória tinha relativo domínio, mas era estabanado na hora de definir e raramente penetrava. À exceção do lance em que Dinei ajeitou para Maxi parar em Felipe, na cara do gol, aos 28 minutos do segundo tempo.

Sem emoções, a partida transcorreu sonolenta, com muitos toques de lado no meio de campo e lançamentos equivocados. Nem mesmo as alterações feitas por Mano e Ney mexeram com o desenho tático, ainda que a entrada Marquinhos na vaga de Luís Alberto tenha oferecido uma sobrevida ofensiva aos baianos. A água caiu com mais força no fim, e Juan, ex-Flamengo, diminuiu o marcador, aos 46. Mas o banho de alívio aos cariocas estava garantido.



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