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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

20/04/2013 09:34

Laço comprido: o esporte que é uma festa e sacode 35 municípios em MS

Gabriel Neris
Aldo Rebello vai estudar o pedido para transformar modalidade em esporte (Foto: Vanderlei Aparecido)Aldo Rebello vai estudar o pedido para transformar modalidade em esporte (Foto: Vanderlei Aparecido)
Provas reúnem famílias em 35 festas organizadas para acontecer ao longo do ano (Foto: Divulgação)Provas reúnem famílias em 35 festas organizadas para acontecer ao longo do ano (Foto: Divulgação)

Mais do que um entretenimento, as provas de Laço Comprido podem se tornar esporte. Esta é a briga da Federação de Laço de Mato Grosso do Sul, baseada no recheado calendário ao longo do ano e o número de participantes para cada evento. Só no Estado, cerca de 170 mil pessoas participam do evento durante o ano. 

De acordo com a federação, atualmente são 35 festas envolvendo mais de 50 municípios. “O calendário une a família com provas de laço. Participam pai e filho, avô e neto, dupla de irmãos”, comenta Nilson Ricartes, presidente da ACQM (Associação Campo-grandense de Criadores de Cavalo Quarto de Milha). De 100 mil a 170 mil pessoas participam dos 35 eventos ao longo do ano.

Devido ao grande número de participantes, os municípios são divididos por grupos. O grupo A conta com Caracol, Sidrolândia, Bela Vista, Bonito, Miranda, Maracaju, Aquidauana, Antônio João, Guia Lopes da Laguna, Bela Vista, Miranda e Porto Murtinho.

Conforme Ricartes, cada festa reúne cerca de 120 equipes. O número de laçadores varia de 600 a mil participantes por etapa. O público também é considerado, ficando entre 3 mil a 5 mil pessoas. “Antigamente eu andava no interior e via os campos de futebol. Hoje vejo pista de laço comprido. O esporte top de Mato Grosso do Sul é o laço comprido”, exalta.

Campo Grande está no grupo B da federação ao lado de Costa Rica, Bandeirantes, Camapuã, São Gabriel do Oeste, Figueirão, Anhanduí, Nova Alvorada do Sul, Jaraguari, Ribas do Rio Pardo, Rio Verde de Mato Grosso, Coxim e Corguinho.

Cada peão paga uma taxa de inscrição no valor de R$ 90,00. Pelo menos 10% do pagamento são destinados para o seguro contra acidentes. A paixão pela modalidade é tanta, que os laçadores participam sabendo que a premiação será somente simbólica. “As pessoas vão porque gostam do esporte”.

A doação do governador André Puccinelli (PMDB) a Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul) e ao Clube de Laço veio a calhar. São mais de 30 hectares na saída para Três Lagoas.

“Com este espaço maior, esperamos que 15 ou 20 dias estaremos com o maquinário para a terraplanagem”, ressalta o presidente da Federação de Laço de Mato Grosso do Sul, Élvio Garcia.



Aqueles desenformados que criticam é porque não conhece, acho q antes de se fazer determinadas criticas as pessoas tem que se informarem procurar conhecer primeiro, tem uns retardados aí que não saem de dentro do seu mundinho urbano, e não sabem o que falam se não fosse o meio rural vcs iam comer oq até a comida congelada q os senhores comem vem do meio rural, acho q todos merecem se divertir, e o laço comprido vem creçendo a cada dia, e pelo contrario não tortura os animais que pelo contrario são bem tratados, o laço não inforca o pescoço pq a finalidade é laçar pelo chifre e o laço fica solto sem forçar os animais, o laço comprido é praticamente uma reunião de familia e amigos, para aqueles amargurados sem amigos e familia ficam aí no seu mundinho e procura algo para fazer na net.
 
guilherme paes em 21/04/2013 08:40:27
Sr. Eugenio de Souza,seu comentário foi muito infeliz, isto me pareceu uma discriminação ao meio RURAL, de onde vem o alimento para nossas mesas, se não concordas com o esporte é um direito seu, mas criticar por ser do meio rural eu acho um desrrespeito para com nosso povo que tanto trabalha para abastecer a cidade. Eu parabenizo o esporte, embora não sou laçador, mas sempre que posso paticipo deste evento. Um abraço para a familia do laço cumprido em especial VILELA & CIA.
 
porfirio vilela em 21/04/2013 07:18:57
Valeu Silvio....bela comparação, são esportes análogos, com certeza .....coitada da melância deve sofrer p caramba......., imagina tanta espetada....ai...ai....ai.... será que existe SPM ???? ....senão tá na hora de fundar uma .
 
arnaldo saracho em 21/04/2013 07:10:18
A única coisa que os responsáveis pela Federação de Laço Comprido de MS tinham que rever é a questão da premiação. Esse negócio de premiação simbólica (fivelas, troféus e etc...) já foi a época. Fazem as contas comigo por cima: é uma média de 100 equipes (cada equipe com 05 participantes) por festa, ou seja, 500 laçadores, fora bandeira, mirim e amazonas. Só de inscrição (fora bebidas) vai dá um lucro de R$ 50.000,00 em média por festa, pra não sair 01 centavo de premiação em R$? Só uma meia dúzia de gente ganhando é complicado. Vamos rever senhores responsáveis.
Obs.: Se o CLC fazer uma festa no mesmo fim de semana da Federação os laçadores de Campo Grande e algumas redondezas vão tudo pro CLC, simplesmente pelo fato deles darem uma premiação em valor!
 
Leonardo Reis em 21/04/2013 00:42:10
São cruéis as provas do laço cumprido. Na calfroping (laço do bezerro), o laço que atinge o pescoço do bezerro o faz estancar de forma abrupta, tracionando-o para trás, em sentido contrário ao que corria. O laçador desce do cavalo e, segurando o bezerro pelas patas, ou até mesmo pela prega cutânea, ergue-o do solo até a altura da cintura do laçador, para em seguida atirá-lo violentamente ao chão, sendo três de suas patas amarradas juntas. São utilizados bezerros de apenas 40 dias de vida, já que o animal não pode ultrapassar 120 quilos. Mas aqui se faz, aqui se paga com certeza quem promove e participa desta violência contra os animais indefesos.
 
Adriana Fazan em 21/04/2013 00:38:23
Só pode ser brincadeira uma coisa dessas. O pessoal do nordeste vai reivindicar a corrida de jegue nas olimpíadas e 2016!! É pra acabar, um ministro de estado vem a Mato Grosso do Sul e o pessoal invés de falar em apoio ao futebol, voleibol, atletismo, TODOS sem apoio e estrutura, vão reivindicar uma palhaçada dessas???
 
Andre Azevedo em 21/04/2013 00:00:37
Aposto que todos os que se manifestam contra "maus tratos com os animais" são vegetarianos ou não sabem que para comer aquele bifão acebolado ou aquele churrasco de final de semana é necessário que o boi seja morto primeiro.
 
Aldo Rocha em 20/04/2013 22:27:22
Doação de patrimônio público...Para melhoramento genético até concordo... Agora para clube do laço, atrás desse laço vem o que: pelo meu conhecimento literário: corrida de praticamente bezerros a frente de “laçadores” em seus cavalos escovados e alimentados com rações nutritivas, porem, para arrancar seus ânimos a base puxões começa pela boca... e os bezerros?...será que rodeios, touradas vem no pacote??
Enquanto a humanidade que é humana pelos animais luta pelo contrario, vamos assistir uma doação de terreno, para uma finalidade contraria.
POR QUE NÃO FAÇAM HOSPITAL PUBLICO PARA ANIMAIS???
 
Solange Bonaparte em 20/04/2013 21:45:34
Eu não gostava .Pois Não Conhecia . Mas hoje gosto apezar de não laçar admiro muito...##Esporte Classe A #### de Mato Grosso do Sul...........
 
Edinaldo Corrêa em 20/04/2013 20:53:57
eu sou contra o laço comprido tortura demais os animais.
 
Fábio Inácio Pereira em 20/04/2013 19:35:54
esqueceram de coronel sapucaia , amambai e ponta pora que tambem sao fortes concorrentes no esporte tendo a cidade de amambai como uma das maiores vencedoras das competiçoes realizadas ...
 
RafaelLuiz Bofinger da Silva em 20/04/2013 18:12:13
Laço comprido é uma festa? Festa pra quem? Pra quem gosta de assistir animais sendo torturados!!!!!!!! Vamos colocar aqueles que estão apoiando essa "festa" no meio de uma arena e laçá-los pra ver se eles continuam se divertindo! Absurdo TOTAL!
 
Renata Cavaliere em 20/04/2013 17:52:13
Na Amazônia existe um esporte chamado de "Jogos dos Povos indígenas" onde a zarabatana é uma prova de demonstração individual que é realizada pelas etnias Matis e Kokama. Na demonstração, o competidor posiciona-se a 20 ou 30 metros de distância do alvo, uma melancia pendurada em um tripé, e consiste em atingir o alvo o maior número de vezes possíveis. E é um esporte. Sou totalmente a favor do do esporte "laço comprido" no MS. Parabéns aos idealizadores!!
 
Silvio Lopes em 20/04/2013 11:44:58
Laço comprido nunca será um esporte...é tortura...desde quando maltratar animais é esporte?
 
Marcos Santos em 20/04/2013 11:27:52
O laço comprido não é uma atividade rural, e sim uma atividade que se originou no meio rural. Dessa forma, ela geralmente acontece dentro das cidades, além das competições, em barretos que é uma das festividades mais interessantes nesta área. Eu acho q cada um gosta do que se identifica e ninguém tem o direito de dizer o que é rural ou não. Pois o que move Mato Grosso do Sul é a agricultura e a pecuária, então o rural é muito bem vindo
 
Jainara Dias em 20/04/2013 11:04:30
Serio muito bom, tem muito pessoas que gosta. E eu sou umas delas.
 
Michely Ortega em 20/04/2013 10:29:15
Eu acho que o laço comprido é uma atividade rural e NUNCA será esporte. Se fosse, seria bem sem-graça. Já pensaram num jogo de futebol que só tem gol? Ou de um jogo de basquete que só tem cesta:
SOU CONTRA!!!!!!
 
Eugênio de Souza em 20/04/2013 09:48:08
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