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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

24/02/2010 17:02

Naviraiense entra em campo para surpreender, diz técnico

Redação

A tranqüilidade impera na concentração do Naviraiense, no Hotel Internacional. Jogadores descansam, batem papo e assistem à televisão a espera de seguirem, logo mais, ao Morenão, para o duelo contra o Santos.

Enquanto isso, o técnico Paulo Resende e o gerente de futebol Cláudio Roberto trabalham os últimos detalhes, analisam esquemas táticos e pregam a tranqüilidade. Mas Paulo garante: o Naviraiense entra em campo hoje para surpreender.

"Acreditamos em um bom resultado e trabalharemos para jogar a segunda partida lá em Santos. Esse é o nosso objetivo e estamos tranqüilos, mas focados. Hoje, para nós, é guerra e vamos encarar o jogo com a certeza de que podemos surpreender", garante o gerente de futebol Cláudio Roberto.

Uma das marcas do time - e que pode fazer a diferença no gramado - é a "tarimba". Tanto elenco quanto equipe técnica possuem experiência em campeonatos nacionais. A média de idade do Naviraiense é de 25 anos e diversos jogadores possuem passagens em grandes times.

Além disso, o Naviraiense conta com um elenco de talento que pode ser traduzido em números: o time está em segundo lugar no Estadual, apesar de contar com dois jogos a menos que os demais concorrentes e até hoje não sabe o que é levar um gol na competição.

Paulinho e Cláudio Roberto se aposentaram recentemente das quatro linhas e iniciaram uma nova carreira na comissão técnica. Os dois começaram juntos no Comercial, que montou um dos melhores times de sua história no fim dos anos oitenta.

Cláudio já venceu três estaduais com Comercial, Operário e Cene e tem passagens em grandes times do país. Já Paulo Resende é um dos jogadores mais vitoriosos no Estado. Foi heptacampeão defendendo Comercial (87,93 e 94), Operário (96), Cene (2003 e 05) e Coxim (2006), campeão pernambucano pelo Náutico e bagagem de ter disputado a Copa do Brasil oito vezes.

Tamanha experiência credencia os técnicos a passarem tranqüilidade aos jogadores. "Precisamos disso. Segurar o jogo, ficar com a posse de bola e manter a calma. Se segurarmos até os 20 minutos, a camisa deixa de pesar e teremos um jogo de iguais", afirma o gerente de futebol.

Apesar de ser o mandante do jogo, o Naviraiense pode não contar com o apoio da torcida, e sabe disso. A festa, pelo menos nas arquibancadas, será do Santos. "Mas isso não desanima. Pelo contrário. O jogador vê toda aquela torcida e isso o incentiva mais. São jogadores que já passaram por isso e encaram numa boa", pontua Paulo Resende.

Para garantir a posse de bola no meio campo, o Naviraiense aposta no esquema 4-5-1, jogando em cima de uma das características do Santos, o jogo franco e aberto. A idéia é explorar bem o contra ataque e fazer a bola rolar com rapidez até os pés de Cristiano, esperança de gols e um dos destaques da equipe.

"Ele tem faro de gol, é um atacante forte, mas rápido e que sabe se aproximar bem. Começou ano passado e já encostou na artilharia.

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