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Campo Grande, Domingo, 15 de Julho de 2018

12/01/2018 20:12

No segundo dia de viagem, ciclista conta com apoio até dos Bombeiros

Nyelder Rodrigues
Ivalney ao lado de militar dos Bombeiros, no quartel onde conseguiu refúgio nesta noite (Foto: Reprodução/Facebook)Ivalney ao lado de militar dos Bombeiros, no quartel onde conseguiu refúgio nesta noite (Foto: Reprodução/Facebook)

Completou nesta sexta-feira (12) dois dias que o analista de sistemas Ivalney Lucena Xarão começou a aventura de percorrer toda a América do Sul de bicicleta. No caminho, ele já fez novos amigos e conta até com apoio do Corpo de Bombeiros, onde vai passar essa noite.

Ainda no Mato Grosso do Sul, Ivalney parou em Maracaju - cidade localizada a 160 km de Campo Grande - para descansar e seguir viagem amanhã cedo. Na noite do primeiro dia, ele dormiu na casa de um novo amigo, em Sidrolândia.

"Hoje consegui pousar aqui no Corpo de Bombeiros, até uma marmita ganhei aqui. Ontem fiquei em Sidrolândia, planejava ficar com uma prima, mas descobri que ela mora em uma chácara e, como choveu, não ia conseguir chegar lá. Minha sorte é que fiz um novo amigo lá, dono de uma bicicletaria, e ele me convidou para dormir na casa dele", explica.

Prevendo sair do país apenas na segunda-feira (15) pela manhã, pela fronteira com o Paraguai em Ponta Porã, ciclo viajante já se prepara para, na próxima noite, ter que dormir na barraca que levou para a viagem.

"Não vou conseguir chegar amanhã em Ponta Porã, então já estudei o caminho e sei que tem uma lanchonete depois de Vista Alegre onde provavelmente vou dormir na barraca. Aí de lá parto para chegar domingo em Ponta Porã", comenta Ivalney.

Preparação - Já praticante de viagens de bicicleta há muitos anos, mas com uma pausa durante um período para se dedicar a família, mas retornou recentemente com percursos menores, fazendo agora, aos 50 anos, o "tour" pela América do Sul. Para isso, ele se preparou durante um ano, com treinos três vezes por semana.

"Ano passado todo eu treinava três vezes por semana. Um dia eu pedalava, no outro corria e por fim fazia musculação no outro. A alimentação não teve nada de especial, era normal, com um almoço reforçado por causa da rotina de treinos", revela o analista de sistemas sobre a pré-aventura sul-americana.

Sobre as condições físicas agora, ele afirma estar apenas cansado, nada que uma boa noite de sono não o deixe recuperado para seguir o trajeto. Já quanto as condições das estradas no trajeto, por ora, ele afirma que não encontrou grande empecilhos. "Tem pouco acostamento, mas dava para seguir pela lateral, que tem uns 60 cm só", finaliza.



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