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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

11/07/2012 22:18

Torcedores aderem aos bares para acompanhar decisão da Copa do Brasil

Gabriel Neris e Nyelder Rodrigues

Mais de 300 pessoas assistem ao jogo entre Coritiba e Palmeiras nos estabelecimentos comerciais de Campo Grande.

Torcedores palmeirenses ou não assistem a final da Copa do Brasil nos bares (Foto: Minamar Júnior)Torcedores palmeirenses ou não assistem a final da Copa do Brasil nos bares (Foto: Minamar Júnior)

Palmeirenses ou não, é difícil encontrar alguém que não esteja acompanhando a decisão da Copa do Brasil entre Coritiba e Palmeiras pelos bares da cidade, que estão lotados enquanto a bola rola no estádio Couto Pereira, em Curitiba.

De acordo com o proprietário do bar Mercearia, João Marcelo da Cunha, de 37 anos, pelo menos 300 pessoas estão de olhos nos aparelhos de TV do estabelecimento. Torcedor do Palmeiras, Cunha tirou a camisa do armário e decidiu trabalhar na noite de hoje (11) trajado com as cores do clube do coração.

Mas parar o serviço para olhar a partida, nem pensar, diz Cunha. “Faz sete anos que não vejo jogo. Futebol pra mim é só negócio, a tensão maior é com o bar. O fluxo em dia de jogo é muito grande”, comenta.

No local também está o palmeirense Joílson Lemos da Silva, 18. Ele conta que prefere sair de casa e assistir às partidas de futebol nos estabelecimentos. “Vim por causa do lugar, a energia é diferente. Em casa não ia ter isso, o lugar é diferente”, conta.

Questionado se no bar ele pode se exaltar com a partida, como soltar um palavrão, por exemplo, o jovem é taxativo. “Aqui é onde pode soltar palavrões”, brinca.

Em outro local tradicional de Campo Grande, o Bar da Brahma, mais de 320 pessoas acompanham a decisão, de acordo com os donos. Quem assiste a final no bar é o flamenguista Silvério Catoréba da Silva Filho, de 51 anos.

Ele conta que mora em São Paulo e está apresentando Mato Grosso do Sul para os filhos, que são palmeirenses. Apesar de o coração ser rubro-negro, Silvério conta que é sócio do Palmeiras por influência dos filhos.

“No bar posso ir para assistir e conversar com os amigos, tomar um chopp. O ambiente é bom, e tem a vantagem que no estádio não tem replay. Aqui posso ficar papeando”, brinca.



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