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Após trocas na PM, dança das cadeiras será na Polícia Civil

Por Anahi Zurutuza, Marta Ferreira e Tainá Jara | 25/05/2020 06:00
Secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Antônio Carlos Videira, em entrevista durate vinda do ministro da Defesa à Capital, no dia 20 (Foto: Marcos Maluf/Arquivo)
Secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Antônio Carlos Videira, em entrevista durate vinda do ministro da Defesa à Capital, no dia 20 (Foto: Marcos Maluf/Arquivo)

Projetos – Em resposta à nota dada pela coluna sobre possíveis mudanças na Polícia Civil depois que a PM (Polícia Militar) teve várias trocas de comando, o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Antônio Carlos Videiras, disse que pode haver remanejamentos para viabilizar dois projetos: a criação de uma delegacia de combate à corrupção e crime organizado e outra para coibir furtos de gado.

Requisitado – O secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, está requisitado, não só pelas demandas regionais do combate à pandemia, mas por gestores de fora. “Há pouco, eu estava numa videoconferência com todos os 27 secretários de saúde das nossas unidades federativas, que querem saber por que Mato Grosso do Sul está tendo um sucesso do tamanho que nos estamos apresentando no combate à covid-19”.

Comando único – Um dos ingredientes da fórmula do sucesso, segundo Geraldo, é a organização. “Temos um comando único e que tá sendo feito em conjunto com as secretarias municipais de saúde e com os prefeitos e prefeitas”.

Caso suspeito - Uma servidora da Funsat (Fundação Social do Trabalho) está no aguardo do resultado de teste para o coronavírus. A funcionária divide sala e banheiro com outros servidores, o que deixou todo mundo em alerta.

Não é dengue – A suspeita começou no fim da semana. Com sintomas como febre, ela testou para dengue, que deu negativo.

Da saúdeMédicos da linha de frente não viram nada demais no vídeo da reunião ministerial divulgado na semana passada. As análises foram feitas em grupos de WhatsApp e perfis pessoais dos profissionais.

Casa de ferreiro, espeto de pau - Apesar de Mato Grosso do Sul ter estado em evidência através do ex-deputado federal, Luiz Henrique Mandetta, que ocupava o Ministério da Saúde durante o início da pandemia e saiu por ser contrário à visão de Jair Bolsonaro (sem partido) em relação às medidas de combate, boa parte da classe medica do Estado concorda com o presidente no que diz respeito ao isolamento somente de quem faz parte dos grupos de risco e uso da cloroquina para tratar pacientes, por exemplo.

Mais uma baixa – Defensor do isolamento mais radical, o secretário de vigilância do Ministério da Saúde, Wanderson de Oliveira deve deixar o cargo hoje. Ele chegou a pedir demissão no dia 15 de abril, mas permaneceu no cargo a pedido do então ministro Mandetta. Segundo apurou a imprensa nacional, Wanderson comunicou novamente sua saída por mensagem enviada à equipe.

“Grande perda” – Para o secretário municipal de Saúde, José Mauro de Castro Filho, será “uma grande perda”. Ele postou no Facebook o breve comentário acompanhado de matéria que detalha sobre a saída do secretário.

Deu pizza – Para pagar as contas, o Operário Futebol Clube teve de entrar no campo da culinária. No dia 6 de junho, o clube promoverá um “pegue e leve” de pizza. São oferecidos 3 sabores – muçarela, marguerita e calabresa – a R$ 25.

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