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12/03/2016 07:00

Chefia do Gaeco será mantida até o fim de abril

Waldemar Gonçalves

Fica, por enquanto – O promotor Marcos Alex Vera, que chegou a ter anunciada sua saída recentemente, continua à frente do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) pelo menos até o fim de abril – quando haverá mudança no comando de toda a instituição, com a chegada de um novo procurador-geral. É o que afirma nota divulgada no fim da tarde de ontem pelo Ministério Público Estadual. O motivo apontado é a assegurar a independência e continuidade dos trabalhos que vêm sendo desenvolvidos pelo grupo.

Brevidade – É o Gaeco o responsável, por exemplo, pela Operação Coffee Break, que investiga se houve esquema de corrupção envolvendo políticos no processo de cassação do prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP). O relatório desta investigação, inclusive, segue sob análise de assessores do procurador-geral de Justiça, Humberto Brittes, que promete, na mesma nota referente a Marcos Alex, concluir o trabalho “com a maior brevidade possível”.

Uma vergonha – O tom foi de crítica a Bernal no discurso de Nelson Trad Filho durante encontro regional do PTB em Campo Grande, ontem de manhã. O ex-prefeito fez duras críticas à atual administração, ressaltando que antes a cidade era conhecida pelo desenvolvimento e, agora, tem inúmeros problemas, refletindo diretamente na gestão. "A cidade está uma vergonha, eles têm que parar de colocar a culpa nos outros e mostrar a que vieram".

Devolver – A presidente nacional do PTB, Cristiane Brasil, que participou do encontro e ato de filiação da sigla ontem, em Campo Grande, afirmou que em breve vai "devolver o partido" para seu pai, o ex-deputado Roberto Jefferson, que, segundo ela, nunca deveria ter saída do cargo. Ela também ponderou que durante seu comando percebeu haver um "foco distorcido", já que, além de lutar pelos trabalhadores, deve se apoiar os empresários e empreendedores do país.

Revendo planos – O vereador Edil Albuquerque, que chegou oficialmente ontem ao PTB destacando relação de amizade com Nelsinho, de quem já foi vice-prefeito, pode rever a decisão de deixar a política após este mandato, como já anunciado em outro momento. Segundo ele, com sua saída do PMDB, abrem-se novos caminhos, como a disputa a reeleição à Câmara Municipal, ser candidato a vice-prefeito em uma possível coligação com o PSD, que recebe neste sábado o deputado estadual Marcos Trad.

Bom senso – O vereador Chiquinho Telles (PSD), que também foi ao encontro regional do PTB, disse que os dois partidos são parceiros e fazem parte do mesmo grupo político. Ponderou que Nelsinho e Marquinhos Trad decidirão quem será o candidato a prefeito, mas acredita que desta vez chegou a hora do deputado. "Eles vão ter bom senso na hora de decidir".

Tensão – Funcionários comissionados da Prefeitura tentaram intimidar algumas pessoas que questionavam Bernal, ontem, durante visita do prefeito a área do Vespasiano Martins para onde foram removidos moradores da favela Cidade de Deus. Chegou a haver tensão e bate-boca no local.

Lugar bom – Bernal tentou convencer os moradores transferidos da favela Cidade de Deus para o Vespasiano Martins de que o lugar é bom para morar, o que foi desaprovado pelas pessoas que estão no local há uma semana. “Tanto é bom que tem muita gente morando aqui”, afirmou o prefeito, acrescentando que ninguém é obrigado a morar onde não quer. “Eu considero esse local bom, mas respeito a opinião de cada um”, comentou Bernal, sendo bastante contrariado.

Imparcial? – Em texto distribuído à imprensa, ontem, a deputada estadual Mara Caseiro (PSDB), presidente da CPI do Cimi, questiona a imparcialidade da visita da relatora especial das Nações Unidas sobre os direitos dos povos indígenas, Victoria Tauli-Corpuz, a Mato Grosso do Sul. “Mesmo sabendo das duas CPIs (do Cimi e do Genocídio, ambas na Assembleia Legislativa) e da existência de uma Subsecretaria Indígena no Estado, ela não teve a capacidade de ouvir os membros dessas comissões, ela está ouvindo apenas quem defende o Cimi”, diz a deputada.

Poucas palavras – Já Tauli-Corpuz foi comedida nas palavras. Após reunião a portas fechadas ontem, em Campo Grande, diz que foi convidada oficialmente pelo governo brasileiro para a agenda no País.

(com a redação)

 

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