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07/01/2015 06:00

Contemplado com cargo, empresário usa Facebook para atacar aliado

Edivaldo Bitencourt

Reforma – O prefeito da Capital, Gilmar Olarte (PP), colocou mais um técnico no comando de uma autarquia. Ele nomeou Antônio Castelani Neto para presidir a Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos Delegados.

Especialista – Castelani está na cota do DEM. A mesma estratégia foi recorrer a uma técnica, no caso a diretor de trânsito do Detran, Elizabeth Félix. Ela assumiu, no final do ano passado, o comando da Agetran.

Sem técnico – Mas Olarte também perde técnicos para a administração estadual. Nesta terça-feira, Hélio Daher deixou o comando da Defesa Civil para assumir um cargo na Secretaria Estadual de Educação.

Volta – O empresário e dono do Correio do Estado, Antonio João Hugo Rodrigues, voltou ao Facebook ontem. Após um mês e meio fora da rede social, o ex-candidato a senador voltou com tudo e com duras críticas ao atual governador Reinaldo Azambuja (PSDB).

Contemplado – A crítica do empresário ocorreu no mesmo dia em que o seu partido, o PSD, foi contemplado com um cargo no Governo. O jornalista Bosco Martins foi nomeado, ontem, para comandar a TV e Rádio Educativa. Antônio João é presidente regional do PSD.

Vai entender - Reinaldo Azambuja (PSDB) diz que seu antecessor, André Puccinelli (PMDB), deixou os cofres vazios e maquiou as contas públicas. Estranhamente, o governador elogiou a equipe econômica do governo passado e, como prêmio, mantém em sua administração o ex-secretario Jader Afonso Julianelli.

Técnicos – Outros técnicos da administração Pucinelli continuam com cargos de confiança na administração tucana. Édio Viegas continua, aliás, na mesma função que exerceu por oito anos: secretário adjunto de Administração.

Abacaxi – Servidores da Assembleia Legislativa estão angustiados e desesperados com o atraso no pagamento dos salários. Acostumados a receber sempre no dia 1º de cada mês, eles não sabem do setor de recursos humanos perguntando se há previsão de liberação dos proventos. A resposta sempre é a mesma, talvez, dia 10.

Temor – Os funcionários estão com medo da data de pagamento recuar oito anos no tempo, quando o pagamento era feito sempre no dia 10 de cada mês. Jerson Domingos (PMDB), presidente do legislativo, e o secretário estadual de Fazenda, Márcio Monteiro, apresentaram duas versões para o atraso.

A verdade – Jerson atribuiu o atraso ao não repasse de R$ 13,5 milhões pelo Governo estadual. Monteiro rebateu e garantiu que o dinheiro foi repassado. No entanto, o Governo pode antecipar o dinheiro, se contar com recurso em caixa, para ajudar os funcionários do legislativo estadual.

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