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Dor da pandemia domina moções de pesar na Assembleia

Por Gabriela Couto e Tainá Jara | 18/03/2021 06:00
Campo Grande News - Conteúdo de Verdade

Moções de Pesar – Desde o início deste ano até esta quarta-feira (16) a Assembleia Legislativa aprovou 38 moções de pesar por mortes provocadas pela covid-19.  São pelo menos duas proposições por sessão da Casa de Leis.

 Tristeza coletiva – Os dados também indicam que o pesar pelas vítimas da pandemia representa hoje a maior causa para esse tipo de tema na Assembleia. O percentual é de 42% do total de moções apresentado.

Citação – Tentando reverter o veto total do projeto de lei de sua autoria que criava o Programa Raízes do Cerrado, o deputado estadual João Henrique Catan (PL) citou o ex-deputado federal Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca. “Se não podemos fazer nenhum programa na condição de deputado, eu não sei o que nós, como diz o Tiririca, poderemos fazer na condição de deputado”.

Não colou - Apesar da argumentação o texto não recebeu apoio suficiente dos colegas e foi arquivado. A ideia era obrigar empresas concessionárias que fazem podas de árvores a fazer  o replantio.

Música – Durante a sessão desta quarta-feira, o celular do deputado Carlos Alberto David (sem partido) tocou e provocou risos dos colegas. Evander Vendramini anotou disse que até viu sorrisos do colega Antônio Vaz (Republicanos), que estava “chateado” com alguns projetos rejeitado. Não foi possível identificar a canção.

Prioridade – David encaminhou para o novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, pedido de inclusão dos profissionais da segurança pública na lista de prioridades do plano de vacinação nacional contra a covid-19. A reivindicação vem desde o início da pandemia.

Sentimento comum – Com o sistema de saúde em colapso em Campo Grande, não só os profissionais da linha de frente estão cansados. “Virada” e participando de vistorias e fiscalizações uma atrás da outra, a promotora de Justiça da Saúde, Filomena Aparecida Depolito Fluminhan, contou alegou estar exausta em coletiva de imprensa realizada ontem.

Autocuidado – Para aquentar o tranco e manter a imunidade alta em tempo de pandemia, a promotora mantém a mão copo térmico com chá. Era de limão, laranja e  cravo.

Protocolo – A fim de evitar riscos de contaminação, a coletiva do Ministério Público Estadual foi realizada ao ar livre, na unidade do órgão na Rua da Paz, no Jardim dos Estados. Os jornalistas chegaram a levar bronca da promotora para manter o distanciamento.

Operação Omertà - A CCJR (Comissão de Constituição, Justiça e Redação) da Assembleia aprovou por unanimidade a tramitação do pedido de sustação do andamento da ação penal contra o deputado Jamilson Name (sem partido), réu por lavagem de dinheiro, organização criminosa e exploração do jogo do bicho. A proposta apresentada pelo presidente regional do PP, deputado estadual Evander Vendramini, segue agora para apreciação do plenário.

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