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Investigação descarta indício de apoio de policiais a "Clã Morinigo"

Por Marta Ferreira e Leonardo Rocha | 30/09/2020 06:00
Policiais federais na rua durante Operação "Status", contra organização criminosa que lavava dinheiro do tráfico. (Foto: Arquivo/Campo Grande News)
Policiais federais na rua durante Operação "Status", contra organização criminosa que lavava dinheiro do tráfico. (Foto: Arquivo/Campo Grande News)

Ninguém – A Operação “Status”, da Polícia Federal, que levou para a cadeia pai e dois filhos acusados de lavagem de dinheiro obtido com o tráfico de drogas, não encontrou indícios de que o grupo criminoso tivesse proteção de agentes de segurança pública. Conforme a apuração da coluna, não surgiu movimentação envolvendo policiais, por exemplo, como já ocorreu em outras ações.

Réus presos – O inquérito contra o “Clã Morinigo”,  alvo da ação junto, tem prazo inicial de conclusão na primeira dezena de outubro, 30 dias depois da operação. Depois disso, o MPF (Ministério Público Federal), a cargo da acusação, tem outros 10 dias para apresentar a denúncia, por se tratar de pessoas encarceradas.

Método – O trabalho investigatório mostrou que a estrutura criminosa, à qual é atribuído patrimônio milionário vindo do tráfico de cocaína, usava o mesmo expediente de facções como o PCC quando alguém da área “operacional” ia preso. Pagava mesada aos parentes.

Mobilizador- O deputado Carlos Alberto David (sem partido) é quem está fazendo a articulação e contato para convidar o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, para participar da audiência pública sobre queimadas no Pantanal, por videoconferência, na Assembleia.

Espera - David disse durante a sessão na Assembleia Legislativa que ainda não está confirmada a presença do ministro. A resposta, disse,  vem hoje.

De alta - O deputado Onevan de Matos (PSDB) avisou os colegas que retorna nesta quarta à sessões virtuais na Assembleia. Ele estava afastado devido ao diagnóstico de covid-19.

Número – Onevan foi o quarto deputado estadual infectado com o novo coronavírus. Os outros foram Carlos Alberto David, Neno Razuk (PTB) e o presidente da Casa, Paulo Correa (PSDB), o primeiro a ter a doença confirmada no Legislativo.

Livre – O deputado estadual Jamilson Name (sem partido) teve assessores com a doença. Fez teste, mas deu negativo para a presença do vírus.

Triste – Nada justifica. Foi o que afirmou nas redes sociais o prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad, diante do ato de vandalismo em monumentos instalados para comemorar o aniversário de 120 anos da cidade. Foi jogada tinta vermelha sobre os letreiros nos quais as pessoas estão sendo incentivadas a fazer fotos.

Chamada – Na publicação, o prefeito lamenta o ato, definido por ele como violência e ainda lembra que é papel de todos cuidar da cidade. O post recebeu apoio dos seguidores.

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