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16/10/2019 06:00

Orquídea agora tem nome de vereador

Ângela Kempfer
Flor recebeu nome do vereador Eduardo Romero. (Foto: Divulgação)Flor recebeu nome do vereador Eduardo Romero. (Foto: Divulgação)

Cattleya parlamentaris - O vereador Eduardo Romero agora é nome de orquídea. A homenagem foi feita por um colecionador do Paraná,  o que ocorre sempre que alguém descobre uma nova matriz da planta. Neste caso, se trata de uma cattleya nobilior variação Amaliae, prima ou subespécie das nativas encontradas em Mato Grosso do Sul. Em nota da assessoria, Eduardo Romero disse que ficou surpreso, que não é colecionador, mas que tem 1 em casa.

Flor símbolo-O colecionador Junior Corrêa justificou a homenagem como forma de reconhecimento pela valorização do vereador aos trabalhos dos orquidófilos, com apoio a exposição estadual e nacional de orquídeas que acontece em agosto em Campo Grande. Eduardo Romero também é autor da lei municipal que instituiu a Cattleya nobilior como flor símbolo da Capital. 

Sem voz - Foi dureza a sustentação oral na tentativa de garantir habeas corpus para Jamil Name e o filho, durante audiência de julgamento ontem, no Tribunal de Justiça. A tarde já começou mal para o advogado Renê Siufi. O microfone pifou assim que ele começou a falar.

Soninho - Durante a sessão da 2ª Câmara Criminal, embora o assunto fosse um dos mais falados no momento, teve quem não se interessasse tanto assim. Uma das pessoas presentes na plateia chegou a cochilar durante o julgamento do pedido de liberdade. 

Militariando - O "Dia do Professor" rendeu na Assembleia Legislativa ontem (15). O deputado Renan Contar (PSL) defendeu a implantação das escolas cívico-militares, como forma de resgatar o respeito e a disciplina dentro da sala de aula.

Conversa do passado - Apesar desse tipo de instituição remeter à postura de extrema direita, ele voltou a dizer que as escolas precisam ser "sem partido", relembrando o projeto que já gerou polêmica em vários estados, mas que em Mato Grosso do Sul não chegou nem à votação.

Passe em dia - Em agenda pública realizada nesta terça-feira (15), o prefeito Marcos Trad (PSD) voltou a afastar a possibilidade de aumento no valor da tarifa do transporte coletivo em Campo Grande em decorrência da retomada da cobrança do ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza) para o Consórcio Guaicurus. “Eu garanto para você. O retorno do ISSQN de 1,5% não vai trazer qualquer impacto, ainda que seja de um centavo, na nova tarifa que vai vigorar a partir de dezembro”, declarou o prefeito.

Na mesma - Marquinhos pontuou ainda que o cálculo do valor da tarifa de ônibus é fixo, “engessado” e não depende necessariamente de componentes municipais. “São todos federais”, finalizou. O ISSQN não era cobrado desde 2013 e gerou renúncia fiscal de mais de R$ 20 milhões em Campo Grande. O temor dos vereadores é que com este retorno a tarifa de ônibus, atualmente de R$ 3,95, fique até R$ 0,30 centavos mais cara.

Tempo livre - No mesmo em dia que a Câmara Federal enfrentava a tentativa de obstrução de votação por parte do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro por enquanto, o deputado da base governista Loester Carlos, de MS, envolvia-se em discussão com leitores do Campo Grande News. O assunto era reportagem sobre bar da cidade que arrependeu-se de peça publicitária expondo decote de uma mulher e pediu desculpas, depois de reclamações do público feminino. 

Debate - O perfil atribuído a Loester Carlos, conhecido como Tio Trutis, no Facebook, comentou a postagem do site na rede social citando a frase "meu bar, minhas regras". Imediatamente, começaram a surgir respostas, de apoio e de crítica. Um dos leitores, por exemplo, comentou que o parlamentar teve um estabelecimento e não conseguiu mantê-lo funcionando.

 

 

 

 

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