Fama de hot dog coreano fez Felipa lucrar nesse Carnaval
Aparência lembra um salgado frito e a massa um crepe comum, mas quem faz garante que não é nenhum dos dois
O hype do hot dog coreano saiu das redes sociais e ganhou espaço nas ruas durante o Carnaval. Apesar de parecer um salgado frito normal, quem faz garante que a massa é diferente. Muitos que veem pela primeira vez também associam ao crepe empanado, mas Felipa Velasques, de 47 anos assegura que embora parecido, é diferente. Ela comemora a aposta certeira que teve há 1 ano e de ter levado este ano o "coreano", como ela diz, para a folia da Esplanada.
RESUMO
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Felipa Velasques, de 47 anos, transformou seu negócio de cachorro-quente ao incluir a versão coreana do lanche, que viralizou nas redes sociais. Vendendo em média 40 unidades por noite durante o Carnaval na Esplanada, ela oferece opções com presunto e queijo ou cheddar, a preços entre R$ 12 e R$ 15. Doméstica há 7 anos, Felipa mantém seu trailer nos altos da Avenida Afonso Pena, em Campo Grande, onde trabalha das 17h à meia-noite. Apesar do sucesso do novo produto, ela não pretende abandonar seu emprego principal, considerando o trailer uma importante fonte de renda extra.
Acostumada a vender cachorro-quente tradicional, ela decidiu inovar na versão asiática e diz que a aceitação tem surpreendido. São, em média, 40 unidades vendidas por noite. A novidade mistura a massa caseira frita no palito com recheios de presunto, queijo ou cheddar e tem atraído principalmente o público jovem.

“Eu já trabalhava com cachorro quente normal no ano passado, mas esse ano o público está adorando. É uma massa que lembra crepe, mas não é. Aprendi a receita na internet e essa renda extra está sendo muito boa”, conta.
Felipa mantém um trailer nos altos da Avenida Afonso Pena há 3 anos e incluiu o cachorro-quente coreano no cardápio no ano passado. Depois que o lanche começou a viralizar, segundo ela, o movimento deste ano superou as expectativas.
“Já trabalhei em outros anos, mas nada como agora. Comecei porque vi que estava fazendo sucesso na internet e resolvi testar".
Apesar do bom retorno financeiro, Felipa mantém os pés no chão. Doméstica há 7 anos, ela não pretende abandonar a profissão. “Tenho patrões muito bons. O trailer é uma renda extra que ajuda bastante.”
No cardápio, os preços variam: o de presunto e queijo custa R$ 12, o de cheddar sai por R$ 15, e há ainda a opção só de queijo que ela não levou para a folia, mas vende no trailer.
Felipa faz dupla jornada; trabalha em dois empregos: de dia na limpeza e à noite no trailer, mas não deixa de sorrir. Para ela, a cozinha tem sido um relaxamento, de certa forma.
Fora do Carnaval o trailer funciona das 17h à 00h, nos altos da Avenida Afonso Pena, próximo ao Biopaqrue Pantanal. O ponto tem atraído quem quer experimentar a tendência que saiu do feed para a vida real.
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