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09/03/2013 07:00

Papo de maluco

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Do nada
Alcides Bernal está cada vez mais inspirado no papel de “perseguido” pela imprensa e pela oposição. Ontem, durante solenidade do Dia da Mulher, emendou política e esporte. “Até o futebol profissional, que é um fracasso, querem atribuir ao prefeito?”, reclamou.

Um alvo
Apesar de totalmente fora do tema da ocasião, o prefeito continuou com a conversa atacando os dirigentes dos clubes de Mato Grosso do Sul. “Cadê a sede do Comercial? A sede do Operário sumiu. Clube profissional tem de ter recurso próprio e o seu campo.”

Somente só
Bernal, que normalmente chega cheio de seguranças, ontem apareceu sozinho durante lançamento de projeto no Tiradentes. Justamente no dia em que anunciou que registraria Boletim de Ocorrência contra jornalista por ameaça contra ele no Facebook.

Tadinho
O bate-boca quente esta semana entre o vereador Flávio César, da oposição, e o líder da administração municipal na Câmara, Alex do PT, recebeu comentários de Alcides Bernal. Alex foi elogiado e defendido pelo prefeito. “Achei absurdo o quanto atacaram o Alex”, afagou Bernal.

S.O.S expresso
Sobre ameaças, o governador André Puccinelli levantou o tom ao comentar supostas ações anunciadas por facção criminosa contra policiais de Mato Grosso do Sul, assim como ocorreu em Santa Catarina.

Aqui não violão
Bravo, ele criticou a demora por providências dos catarinenses. “Se acontecesse algo parecido aqui, no primeiro dia eu pediria auxílio ao Governo Federal, no primeiro dia”, enfatizou, lembrando que lá o socorro demorou a chegar. André não fez alarde sobre o assunto, mas também não minimizou.

Cheiro de perigo
O governador avalia que todo o Brasil tem de estar alerta diante deste tipo de ameaça do crime organizado. “Aqui, tivemos a morte de policial aposentado em Três Lagoas e todas as linhas de investigação são nesse no sentido”, declarou, sobre a suspeita de ação comandada por facção criada nos presídios.

Fora de área
Os produtores rurais da região do Pantanal estão prestes a recuperar o contado com o mundo, depois de dois meses sem sinal de telefonia móvel. Ganharam nova torre de transmissão e já podem se preparar para deixar de lado o rádio. O ano começou com a impossibilidade de realização de chamadas, inclusive emergenciais.

Sem sinal
Para quem voltou a viver no século passado, a temporada sem comunicação moderna na zona rural parece uma eternidade. Por isso, só as obras já são uma luz no fim do túnel. Todos cobram agora uma data para o sinal voltar. Já a Vivo, dona da estrutura, informa que não há previsão para término da torre de transmissão que é levantada em Rio Verde.

 

 

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