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PF vai nomear "em breve" novo chefe em MS

Por Marta Ferreira | 28/08/2020 06:00
Policiais federais durante operação contra quadrilha do tráfico em Campo Grande. (Foto: Paulo Francis)
Policiais federais durante operação contra quadrilha do tráfico em Campo Grande. (Foto: Paulo Francis)

A caminho – A nomeação do delegado Marcelo Correia Botelho para chefiar a Polícia Federal em Mato Grosso do Sul ainda não saiu, mas está em vias de ser concretizada. Consultado pela coluna, o Departamento da PF em Brasília informou que o procedimento “segue os trâmites normais”. O superintendente anterior, Cléo Mazzoti, foi removido já faz um mês.

Burocracias – Conforme a explicada dada, via e-mail, “existe processo sobre esse tema tramitando”. A nomeação, segundo o texto, deve ser publicada “em breve”.

Movimentado – Enquanto Botelho não é oficializado, a Corporação está tendo dias cheios. Ontem mesmo, foram duas operações simultâneas contra traficantes de peso.

Paternidade – Uma das ações foi contra pessoas ligadas ao narcotraficante Jarvis Pavão, que mesmo preso estaria comandando ações criminosas. O Depen (Departamento Penitenciário Nacional), que administra as prisões federais, fez questão de puxar para si os louros pela informação que desencadeou a  Operação.

Como – Segundo divulgado pelo órgão federal, foram informações de inteligência do Depen que revelaram a situação alvo da “Pavo Real”, expressão espanhola que quer dizer Pavão.

Acabou – O juiz Ricardo Galbiatti encerrou, por falta de objeto, ação que o vereador Vinicius Siqueira (PSL) questionava decreto da prefeitura de Campo Grande impondo restrições de circulação para conter a covid-19. Em resumo, o magistrado entendeu que o processo não faz mais sentido, pois a medida atacada já foi revogada.

O que será feito? - O deputado estadual Evander Vendramini (PP) enviou ofício pedindo explicações e providências da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), em relação à duplicação da BR-163. Ele quer saber como vão ficar as obras com a relicitação do contrato, já aprovada pela agência.

Tem que trocar – Para ele, inclusive, a atual empresa concessionária, a CCR-MSVias não deve poder participar. "Primeira coisa tem que excluir a atual empresa que administra, que continua cobrando pedágio, mas não continuou a obra, mostrando descaso à população".

Apoio - O vice-presidente da Assembleia, Eduardo Rocha (MDB), que estava presidindo a sessão, pediu a Evander que o ofício de cobrança a ANTT fosse em nome de "toda Assembleia", já que o assunto é motivo de crítica de vários deputados. "Queremos que este protesto seja pela Casa de Leis", descreveu o emedebista.

Parceria - O vereador Chiquinho Telles (PSD), líder do prefeito Marquinhos Trad, fez questão de destacar a parceria entre gestão municipal e o governo estadual, em obras para cidade, entre elas a recuperação da Avenida Mato Grosso. "É mais um projeto fruto desta sintonia, que começou desde quando o Marquinhos foi eleito prefeito em 2016", opinou.


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