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Vereador quer ciclovia na MT, mas não diz de onde tirar dinheiro

Por Adriel Mattos, Gabriela Couto, Caroline Maldonado e Nyelder Rodrigues | 17/09/2021 06:00
Ciclovia seria entre as avenidas Nelly Martins e Presidente Ernesto Geisel. (Foto: Arquivo/Edemir Rodrigues/Subcom-MS)
Ciclovia seria entre as avenidas Nelly Martins e Presidente Ernesto Geisel. (Foto: Arquivo/Edemir Rodrigues/Subcom-MS)

Eu autorizo, prefeito – O vereador Gilmar da Cruz (Republicanos) apresentou projeto de lei para implantar uma ciclovia no canteiro central da Avenida Mato Grosso. A proposta é de caráter autorizativo, ou seja, a prefeitura só executaria a proposta se houvesse recursos.

Segurança – Na justificativa, o parlamentar argumentou que o objetivo é tirar os ciclistas da faixa de veículos. “O objetivo é desafogar o fluxo das faixas destinadas aos veículos automotores, aumentando assim a segurança de pedestres, motoristas e ciclistas”, escreveu.

Veremos – A prefeitura até estuda implantar a ciclovia, mas dentro de um projeto ainda em elaboração. “No projeto do corredor do transporte coletivo da Mato Grosso, há um estudo de intermobilidade para incluir a ciclovia. Não posso afirmar que terá porque ainda não temos recurso”, explicou à coluna a diretora-adjunta da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Andrea Figueiredo.

Em discussão – O projeto do corredor ainda está sendo formulado e depende de aprovação do Ministério do Desenvolvimento Regional, já que a implantação só pode ser feita com recursos federais. “Não tem previsão, ainda estamos implantando na (Rua) Rui Barbosa, na (Avenida) Calógeras e estamos elaborando ainda o do (Avenida) Günter Hans”, disse Andrea.

Agora sim – Os vereadores derrubaram vetos do prefeito Marquinhos Trad (PSD) a projetos para tornar atividades essenciais os serviços de beleza e óticas na Capital e passam a valer quando publicadas no Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande). Empresários vêm pressionando o Legislativo para se resguardar em um possível lockdown, mesmo com o prefeito apontando vícios nos textos.

Se vira – Com problemas sérios de som, dando microfonia na transmissão da sessão híbrida da Assembleia Legislativa, na quinta-feira (16), o presidente da Mesa Diretora Paulo Corrêa (PSDB) não teve papas na língua para cobrar o responsável. No próprio microfone, ele passou o recado: “Tem que descer e arrumar o som. Se vira!”

Vem pra casa – Mais uma figura do serviço público estadual teve que interromper as férias ao ser convocado pelo Governo do Estado para retornar ao trabalho. Dessa vez, foi Rudel Trindade, diretor-presidente do Detran (Departamento Estadual de Trânsito), conforme publicado no Diário Oficial do Estado. O documento foi assinado dia 10.

Cadê você? – Constando como em lugar "incerto e não sabido", o ex-prefeito de Corguinho, Teóphilo Massi, foi intimado em Diário Oficial da União para prestar esclarecimentos sobre prestação de contas irregular, de R$ 66 mil. Ele já foi denunciado por fraudes envolvendo quase R$ 3 milhões.

Revitalizar – Ficou em quase R$ 762 mil o valor da reforma do Fórum Eleitoral de Campo Grande. Ao todo, a empresa Predial Construções terá uma área de 3,4 mil m² para realizar obras de segurança e acessibilidade no prédio do Parque dos Poderes.

Novos ares – O juiz eleitoral da 1ª Vara do Trabalho de Campo Grande, Tomás Bawden de Castro Silva, foi o escolhido para assumir o posto de juiz do TRT24 (Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região), que abrange Mato Grosso do Sul. Ele vai ocupar a cadeira que antes era de Amaury Rodrigues Pinto Junior, recém nomeado ministro do TST (Tribunal Superior do Trabalho) pelo presidente Jair Bolsonaro.

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