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Comportamento

Zé Pretim comemora vacina e pede para o povo ficar quieto em casa

Por Thailla Torres | 31/03/2021 08:09
“Foi fácil, foi rápido, não doeu, no final nem acreditei que era assim tão simples”, disse o músico.
“Foi fácil, foi rápido, não doeu, no final nem acreditei que era assim tão simples”, disse o músico.

O guitarrista, cantor e lenda do blues em Mato Grosso do Sul, Zé Pretim, de 66 anos também comemorou ser um dos vacinados contra a covid-19. Nas redes sociais ele anunciou a primeira dose da imunização e agradeceu a colaboração para que fosse até o local de vacinação.

“Foi fácil, foi rápido, não doeu, no final nem acreditei que era assim tão simples”, disse o músico.

Zé Pretim também agradeceu a Cufa Campo Grande que, em parceria com a Uber deram um código promocional para que ele pudesse viajar de graça (ida e volta) até o local da vacinação.

“Isso é um projeto muito importante para que a falta de transporte não seja um motivo que impeça as pessoas de se vacinarem. E agradeço também a equipe do posto do bairro Pioneiros, que me atenderam com muito carinho, rapidez e cuidados”, afirmou.

Ele ainda usou o espaço para defender o Sistema Único de Saúde. “O SUS é o único acesso à saúde para a maioria dos brasileiros, principalmente os pobres. Precisamos defender o nosso direito à saúde”.

Agora, ele promete que vai manter o isolamento, mesmo imunizado. “Volto para ficar quietinho e protegido aqui dentro de casa, pois sou grupo de risco. Recomendo a todos os amigos que se protejam ao máximo: se vacinem, usem máscara, muito álcool gel, e só saiam de casa se for por extrema necessidade”, pediu.

Na opinião do músico, “só com muito amor vamos conseguir vencer tudo isso que estamos passando”, afirmou.

José Geraldo Rodrigues, o “Zé Pretim”, nasceu em 1954 em Inhapim (MG). Autodidata, aprendeu a tocar violão na roça, observando os mais velhos. Seu nome passou a ficar conhecido por aqui quando começou a receber convites e tocar em bandas com Zutrik e Euphoria. Até que nos anos 80 Zé Pretim assumiu sua identidade “solo”, com uma mistura do blues e músicas caipiras.

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