Após 55 mm de chuva, ciclone pode provocar novos temporais no interior
Dados do Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima mostram volumes acumulados nas últimas 48 horas
Nos últimos dois dias, municípios de Mato Grosso do Sul registraram volumes expressivos de chuva, segundo o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima). Pedro Gomes liderou o ranking, com 55,8 mm, seguido por São Gabriel do Oeste (50,6 mm) e Figueirão, na Fazenda Waterloo, com 40,6 mm.
RESUMO
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Municípios de Mato Grosso do Sul registraram volumes expressivos de chuva nos últimos dois dias, com Pedro Gomes liderando o ranking com 55,8 mm, seguido por São Gabriel do Oeste e Figueirão. O Estado deve enfrentar instabilidades a partir desta segunda-feira devido a um ciclone extratropical formado entre Uruguai, Argentina e sul do Brasil, com previsão de temporais, rajadas de vento e queda de temperatura. Em Campo Grande, ventos derrubaram mais de 10 árvores no fim de semana.
Outras cidades também registraram precipitações significativas: Corumbá (Serra do Amolar) 40,6 mm, Campo Grande 40 mm, Sidrolândia 37,2 mm, Paraíso das Águas (Fazenda Ranchinho) 30,4 mm, Sonora 29,2 mm, Camapuã 26 mm, Corguinho 25,4 mm, Corumbá (Fazenda Campo Zélia – Nhecolândia) 25,4 mm, Bandeirantes 24,2 mm, Coxim 21,4 mm, Corguinho (Fazenda Morro Alegre) 17,6 mm e Corumbá (Fazenda Eldorado da Formosa – Paiaguás) 12,2 mm.
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O Estado deve enfrentar uma mudança significativa no clima a partir desta segunda-feira (6), com a chegada de instabilidades ligadas à formação de um ciclone extratropical no sul da América do Sul. Conforme a Climatempo, Mato Grosso do Sul está na rota dos efeitos indiretos do sistema, que pode provocar temporais, rajadas de vento, aumento da nebulosidade e queda de temperatura ao longo da semana.
A formação do ciclone ocorre entre o Uruguai, a Argentina e o sul do Brasil, resultado do intenso contraste entre uma massa de ar quente sobre o norte da Argentina e o Paraguai e uma massa de ar frio de origem polar que avança pelo leste argentino em direção ao oceano. Esse cenário favorece o desenvolvimento de uma área de baixa pressão atmosférica, que deve se intensificar nesta segunda-feira.
No último fim de semana, ventos superiores a 65,4 km/h derrubaram mais de 10 árvores e bloquearam ruas em Campo Grande entre domingo e a madrugada desta segunda-feira (6). Equipes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e da Energisa atuaram nos reparos e na limpeza das vias.
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