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Campo Grande, Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017

17/10/2017 09:00

Pelo sexto dia, bombeiros tentam controlar fogo em parque estadual

Imasul estima que 5 mil hectares já foram destruídos pelo fogo

Renata Volpe Haddad
Fogo já se alastrou por dois quilômetros no Parque Estadual. (Foto: Corpo de Bombeiros)Fogo já se alastrou por dois quilômetros no Parque Estadual. (Foto: Corpo de Bombeiros)

O incêndio no Parque Estadual das Várzeas do Rio Ivinhema, que começou no dia 12 de outubro e que foi causado por raios, completa nesta terça-feira (17), seis dias. Equipe do Corpo de Bombeiros trabalha para controlar as chamas em uma área de difícil acesso.

O Parque é a primeira Unidade de Conservação criada em Mato Grosso do Sul, e abrange os municípios de Jateí, Naviraí e Taquarussu. A estimativa do Imasul (Instituto de Meio Ambiente) é de que, até o momento, as chamas tenham destruído 5 mil hectares de vegetação.

O trabalho de controle do incêndio continua no Parque, a fim de evitar que o fogo avance em outras direções. Segundo os militares, a distância, o difícil acesso e o vento forte dificultam o trabalho. A expectativa é de que a chuva prevista para cair entre quarta e quinta-feira contribua para o efetivo controle das chamas.

Conforme informações do Corpo de Bombeiros, após reconhecimento aéreo do local atingido, com apoio de equipe de helicóptero da Polícia Rodoviária Federal, uma guarnição especializada de combate a incêndio em vegetação, com viaturas e equipamentos específicos, iniciaram ontem, deslocamento para procedimentos técnicos de contenção da queimada.

Da sede do Parque até o local do incêndio, os bombeiros militares enfrentaram viagem de aproximadamente uma hora de barco e duas horas de caminhada. Imagens áreas do local apontam linha de fogo de aproximadamente 2 Km de extensão.

O Parque Estadual das Várzeas do Rio Ivinhema possui 73.345,15 hectares e tem objetivo de conservar os fragmentos de florestas, remanescente de várzea e ecossistemas associados dos Rios Ivinhema e Paraná, além de promover a preservação da biodiversidade local.

 

Chamas são vistas de longe. (Foto: Imasul)Chamas são vistas de longe. (Foto: Imasul)


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