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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

28/11/2012 11:25

“Não torço contra Campo Grande”, diz André sobre entrevero entre Bernal e Giroto

Fabiano Arruda e Nadyenka Castro
Governador André Puccinelli afirmou que discussão é problema de Bernal e Giroto. (Foto: arquivo)Governador André Puccinelli afirmou que discussão é problema de Bernal e Giroto. (Foto: arquivo)

“Não torço pelo mal de Campo Grande, não quero torcer”, disse o governador André Puccinelli (PMDB) nesta quarta-feira ao comentar sobre o mal estar que marcou o encontro entre o prefeito eleito, Alcides Bernal (PP), e o deputado federal Edson Giroto (PMDB), numa reunião com a bancada ontem (27) em Brasília (DF).

O governador admitiu não ter conhecimento do teor da discussão, mas considerou “burrice” caso a informação de que Bernal teria recusado emendas viabilizadas por Giroto fosse verdade.

Ele lembrou que, à época em que foi prefeito, executou emendas parlamentares de deputados de outros partidos. “Se o Bernal quer recusar emenda de outro partido o problema é dele”, criticou.

Mesmo discorrendo de forma breve sobre o tema, Puccinelli afirmou que o entrevero é problema de Bernal e Giroto.

Mal estar – Giroto acusou o prefeito eleito de recusar o recebimento de ofício que continha lista de emendas, de sua autoria, viabilizadas para a Capital, no Orçamento Geral da União de 2012, no valor de R$ 48,6 milhões.

“Tentei entregar para o prefeito eleito todos os recursos que já garanti por meio de emendas de minha autoria, ele não quis receber. Eu pedi uma audiência para que possamos entregar o ofício. Caso ele não nos receba, vou enviar pelos Correios, com AR (aviso de recebimento), para que o prefeito tenha, já, condição de liberar o recurso ainda este ano, no Ministério das Cidades, que é do seu partido”, disse Giroto.

Após o peemedebista apresentar uma lista com emendas, recursos e obras viabilizadas por suas emendas, Bernal, afirmou, segundo relato: “você (Giroto) tá querendo me constranger, estamos falando de emenda, você vem me falar de uma matéria desnecessária, inoportuna”, declarou, complementando “eu aceito (o ofício) do Moka (o senador Waldemir Moka), que é o líder (da bancada federal). Eu gostaria de receber do líder”.



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