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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

07/05/2009 09:19

André percorre delegacias e diz que protesto não assusta

Redação

Depois de percorrer delegacias na manhã de hoje em Campo Grande e ligar para delegados, o governador André Puccinelli assumiu o tom "despreocupado", em relação a mais um protesto realizado pelos policiais civis na Capital.

"Percorri vários lugares e está tudo normal, não tem isso de operação tartaruga", garantiu Puccinelli.

Os policiais fazem nesta quinta-feira, pela segunda vez desde o início das negociações salariais com o governo, paralisação de 24 horas.

Mas a pressão não surtiu efeito, assegura Puccinelli. "Não estou preocupado", resumiu.

O governador ataca o presidente do Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis), como "chefe" de grupo reduzido de servidores que cobra reajuste "inviável", na avaliação de Puccinelli.

"Isso (paralisação) é coisa do Paulo Carvalho e de mais 30. O resto está muito contente com o índice que o governo vai repassar", garante.

Segundo o governador, os percentuais de reajuste informados, entre 6% e 25%, são justos para correções salariais. "Para um coronel, 6% dá quase R$ 1 mil, e para os salários mais baixos vamos dar mais de 20%", justifica.

Puccinelli também lembrou de abono que será repassado em valores que variam de R$ 75,00 a R$ 150,00.

Paralisação O governador dedicou os primeiros horários da agenda pra verificar os efeitos do protesto dos policiais, mas chegou antes do início da mobilização na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), onde cerca de 200 servidores da Segurança fazem apitaço nesta quinta-feira e fecharam limitaram o tráfego de veículo a apenas uma faixa da rua Padre João Crippa.

Nas faixas levadas pelos manifestantes o protesto é: "Para o governo a prioridade para segurança pública é apenas viatura".

A categoria quer que o governo cumpra com o compromisso firmado no ano passado, de criar cargo de investigador substituto com 20% de acréscimo no salário. Porém, a proposta do governo foi a criação do cargo com 10% mais 6% de reajuste linear para reposição da inflação.

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